This Page in English  

Saltar para: Menu Principal, Conteúdo, Opções, Login.

Ajuda Contextual  
home
Início > Cursos > Disciplinas > LAS20
Menu Principal
Autenticação





Esqueceu a sua senha de acesso?

Projeto de Animação e Intervenção

Informações

    As horas de Tutoria ocorrem em horário a estabelecer com o(s) docente(s) da UC.


Ano letivo: 2023/2024 - A

Código: LAS20    Sigla: PAI
Áreas Científicas: Ciências Sociais
Secção/Departamento: Ciências Sociais e Pedagogia

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular ECTS Horas Contacto Horas Totais
LAS 31 Plano de estudos_2021 30,0 360 810,0

Nº de semanas letivas: 30

Responsável

DocenteResponsabilidade
Carla Cibele Fiel Vasconcelos FigueiredoResponsável
Isaura Fernanda Graça PedroResponsável

Carga horária

Horas/semana T TP P PL L TC E OT OT/PL TPL O S
Tipologia de aulas

Corpo docente

Tipo Docente Turmas Horas
Horas de Contacto Totais 2 24,00
Ana Rita Santos   1,50
Filipe Fialho   1,67
Isabel Filipe   4,83
Luís Santos   2,33
Luísa Ramos de Carvalho   1,67

Língua de Ensino

Português

Objetivos de aprendizagem (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

- Revela gradualmente e através das ações propostas, planeadas e executadas consciência do papel da Animação Sociocultural na sociedade atual.
-Constrói uma ética profissional, mostrando-se capaz de cumprir compromissos assumidos com a escola de formação e com as instituições.
- Domina conhecimentos de várias áreas do saber que permitem a compreensão da complexidade dos contextos e processos que regem a vida das comunidades.
- É capaz de elaborar e executar adequadamente uma proposta de Animação Sociocultural adequada a uma área de saber e contexto(s) institucional(ais).
- Demonstra capacidade para trabalhar com e valorizar as pessoas, famílias, grupos, organizações e comunidades, as suas necessidades e circunstâncias, designadamente: procura conhecer os estádios evolutivos das populações, indivíduos e grupos com que trabalha; cria relações empáticas, incita à participação e à ação, renovando o gosto pela vida e transmitindo o gosto pela perseverança.
- Problematiza e reflete sobre as situações vivenciadas em contextos em que se insere o trabalho do Técnico Superior de Animação Sociocultural.

Conteúdos programáticos

1. A construção social das profissões
- Ética e deontologia profissional
- A regulação social das profissões: associações, sindicatos e ordens profissionais
- Participação cívica e profissional – a partilha de experiências e conhecimentos

2. Quadros metodológicos que sustentam o planeamento da ação social, cultural e educativa
- A sociologia da ação
- A Investigação ação
- O trabalho de projeto

3. A intervenção sociocultural
- Os grupos e as suas características e dinâmicas
- Os modelos e modalidades de intervenção sociocultural
- As etapas da intervenção sociocultural
- A Avaliação da intervenção sociocultural (objetivos, enfoques e pressupostos teóricos, modelos, etapas, critérios e indicadores).

4.Ação e reflexão sobre a ação
A importância da reflexão sobre a ação para a construção do percurso profissional e respetivos instrumentos:
- Diários, portfolios e outras narrativas de descrição e reflexão a nível profissional, blogues e outros suportes digitais.
- Fóruns profissionais e as oportunidades formativas ao longo da vida.
- A elaboração de produtos de investigação e de reflexão sobre a ação

5. Contributos teórico-práticos de várias áreas de saber que confluem para uma intervenção qualificada do Técnico Superior de Animação Sociocultural.


Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da UC

A ética e a deontologia profissional são matéria de análise e agora também de prática e reflexão, ganhando consistência a partir de uma experiência de estágio. Num curso com uma duração de apenas três anos, é essencial proporcionar aos estudantes um quadro reflexivo do que significa o mundo do trabalho e das profissões. Os conhecimentos mais gerais de âmbito metodológico, tendo sido já abordados noutros anos e nas outras UC, são aqui trabalhados de forma mais integrada no projeto de estágio, ganhando um sentido mais amplo e mais rico, proporcionando uma abordagem mais individualizada. Por outro lado, se há saberes que são matriz do exercício profissional (na área social e pedagógica) há que há que aprofundar conhecimentos no cruzamento da Animação Sociocultural com determinadas áreas de saber, proporcionando-se nesta UC essas ligações de natureza conceptual que mais tarde serão necessários ao desempenho profissional.

Metodologias de ensino

As aulas são organizadas de acordo com a seguinte dinâmica:

As aulas do 1º semestre são de quatro tipos:

1.Projeto - são aulas em que se especifica como deve ser realizado o estágio e elaborado o projeto de intervenção, abordando questões metodológicas fundamentais para a sua elaboração.
2.Seminários - incidem sobre temas transversais ou mais específicos, sobretudo em áreas onde a formação dos alunos é ainda deficitária, e podem ser leccionados por docentes da UC ou convidados externos.
3.Workshops - São aulas práticas que visam explorar as competências necessárias aos futuros animadores socioculturais.
4.Tutoria - É o apoio individualizado dado pelo tutor ao estudante cujo estágio está a supervisionar. Este acompanhamento pode ser efetuado durante as aulas (é obrigatório) ou fora das aulas (a pedido do aluno).

As aulas do 2º semestre são preferencialmente de quatro tipos:

1.Tutoria - Todas as aulas assinaladas como tal são obrigatórias no 2º semestre e permitem ao tutor apoiar o estágio do aluno;
2. Reflexão coletiva/partilha de práticas - São aulas coletivas em que se propõe a partilha de práticas desenvolvidas durante o estágio ou a reflexão sobre determinados temas relacionados;
3. Continuação dos seminários e workshops do 1º semestre: Sempre que o número de oficinas e seminários considerados necessários não possa ser esgotado no 1º semestre, estes realizar-se-ão no 2º semestre;
4. Seminário de apresentação e/ou exposição - É o momento final de síntese e reflexão do projeto, tem carácter público e pode contar com a presença de convidados externos.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da UC

Assim, as regras que orientam o estágio incluem a obrigação de conceber um projeto que possa constituir a substância das práticas de Animação Sociocultural desenvolvidas pelo estagiário na instituição de acolhimento. Assim, o aluno é convidado a caraterizar a instituição de forma a perceber qual o âmbito da sua intervenção (2/3 dias), reunindo elementos essenciais para a apresentação de um projeto que promoverá numa segunda fase. Este tem de ser adequado às necessidades identificadas e é devidamente negociado com o responsável (tutor da instituição). O estágio, central nesta unidade curricular, é uma experiência de trabalho essencial para que cada aluno compreenda a sua opção vocacional e se desenvolva como Técnico Superior de Animação Sócio-Cultural, quer individualmente, quer como membro de um grupo profissional. O projeto, concebido com a ajuda de um tutor, é partilhado nas suas diferentes fases com os colegas e todos os professores que contribuem. É também partilhado durante a fase de implementação, para que a turma possa seguir o progresso dos diferentes colegas e beneficiar dessas experiências em termos de formação. No final do estágio, realiza-se ainda um seminário aberto à comunidade, com o objetivo de apresentar e discutir o trabalho realizado, bem como permitir a interação com os vários orientadores de estágio de cada instituição.



Metodologia e provas de avaliação

De referir que a disciplina de estágio, de acordo com o regulamento de frequência e avaliação da ESE, não pode ser efectuada por exame, sendo obrigatória a realização de um estágio. De referir ainda que, mesmo que o aluno tenha efectuado um estágio, se não obtiver uma avaliação positiva do seu desempenho, não poderá utilizar o exame para esse efeito. Assim, o exame nesta UC destina-se apenas a melhorar a classificação obtida em documentos escritos que, estando ou não diretamente relacionados com o estágio, são susceptíveis de revisão e melhoria.

Processos de trabalho, comunicação e relações interpessoais - 15%

Documentos de suporte e reflexão/estágio:
- Projeto e Relatório - 20%+ 20%
- Reflexão individual - 10%

Desempenho durante o estágio - 35%


Regime de assiduidade

A frequência das aulas é obrigatória: 75% para os estudantes e 50% para os trabalhadores estudantes.
O estágio, que tem uma duração média de 12 semanas e 7 horas por dia, é obrigatório; sem ele, o curso não pode ser concluído.
Este período pode ser reduzido em função da especificidade das instituições ou da condição do trabalhador estudante.

Componentes de Avaliação e Ocupação registadas

Descrição Tipo Tempo (horas) Data de Conclusão
Participação presencial (estimativa)  Aulas  0
  Total: 0

Bibliografia

-APDASC- Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural (2019). Estatuto Profissional da Carreira de Animador/a Sociocultural. Disponível em http://apdasc.com/wp-content/uploads/2020/11/Novo-Estatuto-Profissional-Carreira-Animador-Sociocultural1.pdf
-APDASC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural (2011). Código Deontológico do Animador Sociocultural: confiança na pessoa, no grupo, na ação social e política. In: Animação Sociocultural: voluntariado e cidadania ativa (pp.195-207). Livpsic.
-Ander- Egg E. (1999). O Léxico do Animador. Edições ANASC.
-Campos, J. (2015). Animadores Socioculturais e Animação Sociocultural: Desafios e Dilemas Profissionais nas Sociedades Contemporâneas. In J. D. L. Pereira, M. S. Lopes & M. A. Maciel, (coords.). O Animador Sociocultural no Século XXI – perfil, funções, âmbitos, metodologias, modelos de formação e projectos de intervenção (pp. 125-132). Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural.
-Caride, J. A. (2004). Paradigmas Teóricos na Animação Sociocultural. In Trilla, J. (coord.). Animação Sociocultural – Teorias, Programas e Âmbitos (pp. 45-63). Instituto Piaget, Colecção Horizontes.
-Costa, C. (coord). (2010). Animação Sociocultural: profissão e profissionalização dos animadores. Livpsic.
-Escola, J. J. J. (2015). A Ética e Deontologia Profissional na Profissão de Animador Sociocultural. In J. D. L. Pereira, M. S. Lopes & M. A. Maciel, (coords.). O Animador Sociocultural no Século XXI – perfil, funções, âmbitos, metodologias, modelos de formação e projectos de intervenção (pp. 141-147). Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural.
-Ferreira, A. C, Diegues, J., Rodrigues, J., Martins, M. (2000). Estórias de Ânimo e Acção. Edição GAF (Grupo Aprender em Festa).
-Figueiredo, C. C. & Cordeiro, S. (2015). Estudantes de Animação Sociocultural: Percursos Traçados Entre a Formação e o Mundo do Trabalho. In J. D. L. Pereira, M. S. Lopes & M. A. Maciel, (coords.). O Animador Sociocultural no Século XXI – perfil, funções, âmbitos, metodologias, modelos de formação e projectos de intervenção (pp. 181- 189). Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural.
-Filipe, I. (et. al.) (coord.) (2019). Animação Sociocultural: construindo o futuro. Alfarroba.
-Fonte, R. (2012). A formação de Animadores Socioculturais. Edição do Autor.
-Lopes, M. S. (2015). Breve Apontamento da História do Estatuto de Animador Sociocultural. In J. D. L. Pereira, M. de S. Lopes & M. A. Maciel (coords.). O Animador Sociocultural no Século XXI – perfil, funções, âmbitos, metodologias, modelos de formação e projectos de intervenção (pp. 351-358). Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural.
-Montez, M. (2015). Paisagens Contemporâneas para uma Possível Animação Militante. quadernsanimacio.net, n.º 22, Julio de 2015.
-Quintas, S., Castaño, M. (1998). Animación Sociocultural. Novos enfoques. Amaru Ediciones.
-Silva, A. (2007). Estatutos Profissionais da Animação Sociocultural em Portugal: necessidade e utopia. Revista “Práticas de Animação” (http://revistapraticasdeanimacao.googlepages.com. Ano 1 – Número 0, outubro de 2007).
-Silva, A. (2016). Um Olhar Sobre o Passado da Animação Sociocultural para um Futuro Menos Tecnológico e Mais Humano. (http://quadersanimacio.net n.º 23, enero de 2016, ISSN: 1698-4404).
-Ventosa, V. J. (2001). Desarrollo y evaluación de proyetos socioculturales. Editorial CCS.
-Ventosa, V. J. (2015). A Identidade do Animador Sociocultural Face a Profissões Limítrofes. In J. D. L. Pereira, M. de S. Lopes & M. A. Maciel (coords.). O Animador Sociocultural no Século XXI – perfil, funções, âmbitos, metodologias, modelos de formação e projectos de intervenção (pp. 251-262). Intervenção – Associação para a Promoção e Divulgação Cultural.

Observações

O estágio é obrigatório.

Opções
Página gerada em: 2024-04-18 às 17:39:40 Última actualização: 2010-07-19