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Contextos e Práticas de Apoio à Família na Infância

Informações

    As horas de Tutoria ocorrem em horário a estabelecer com o(s) docente(s) da UC.


Ano letivo: 2021/2022 - 1S

Código: AF06    Sigla: CPA
Áreas Científicas: Trabalho social e Orientação
Secção/Departamento: Ciências Sociais e Pedagogia

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular ECTS Horas Contacto Horas Totais
TSPSFC 21 Plano de Estudos 2015_16 5,0 45 135,0

Nº de semanas letivas: 15

Responsável

DocenteResponsabilidade
Maria Manuela de Sousa MatosResponsável
Sofia Gago da Silva Corrêa FigueiraResponsável

Carga horária

Horas/semana T TP P PL L TC E OT OT/PL TPL O S
Tipologia de aulas

Corpo docente

Tipo Docente Turmas Horas
Horas de Contacto Totais 1 3,00
Maria Teresa Elvas de Matos   3,00

Língua de Ensino

Português

Objetivos de aprendizagem (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

Esta Unidade Curricular (UC) visa o desenvolvimento de conhecimentos relativos aos Contextos e Práticas de Apoio à Família na Infância.
Está estruturada em torno dos diferentes contextos, de modo a proporcionar aos estudantes uma formação que lhes permita conhecer, analisar e interpretar, de uma forma holística, as práticas inerentes aos contextos que na sua missão integram objetivos sociais e educativos.

O programa desenvolve-se em torno do trabalho no terreno permitindo que os estudantes contactem de forma presencial e através de testemunhos de profissionais, com um conjunto de situações e experiências em contextos e práticas formais e não formais de educação.

Objetivos de aprendizagem
− Conhecer e compreender, de uma forma aprofundada, o enquadramento da Educação de Infância em Portugal.
- Conhecer os principais documentos orientadores da Educação de Infância em Portugal.
− Conhecer e compreender, de uma forma aprofundada, os serviços existentes nas diferentes redes
de Educação de Infância em Portugal.


Conteúdos programáticos

Educação formal, não formal e informal
Educação de Infância em Portugal: creche e jardim de infância
. História e enquadramento;
. Análise dos principais documentos orientadores;
. Análise dos serviços existentes nas diferentes redes.


Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da UC

Os conteúdos abordados permitem aos estudantes compreender as grandes questões da educação de infância no contexto educativo português, dedicando um olhar atento à sua história e enquadramento legal. São trabalhados os principais contextos de Educação formal e não formal em educação de infância, permitindo de uma forma integrada a construção de conhecimento mediante o contacto direto com os contextos.

Metodologias de ensino

O trabalho da UC organiza-se em torno de:
- Aulas de exposição de temáticas/conteúdos do programa pelo(s) docente(s)
- Aulas de exposição/discussão de trabalhos realizados pelos estudantes
- Seminários com convidados externos de diferentes contextos de apoio à família na infância
- Visitas obrigatórias a diferentes contextos não formais e não formais de educação para a infância (coletivas e em pequeno grupo).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da UC

A articulação entre o trabalho desenvolvido em sala de aula de natureza mais expositiva; os trabalhos realizados, apresentados e discutidos em turma; a observação e análise de diferentes contextos e práticas permite aos estudantes começar a perspetivar as bases e as exigências do trabalho de serviço Familiar e Comunitário.

Metodologia e provas de avaliação

AA avaliação incidirá sobre o trabalho desenvolvido ao longo da UC e contemplará momentos de trabalho individual, a pares e de grupo, bem como atividades de expressão escrita e oral.
A avaliação contínua inclui os seguintes elementos e respetivas ponderações:
- Assiduidade e participação dos estudantes – 10%
- Apresentação dos contextos em grupo - 45%
- Relatório de uma das visitas coletivas realizadas - Individual - 45%

A não realização das visitas previstas aos diferentes contextos inviabiliza a aprovação na UC (válido também para os trabalhadores estudantes). Uma visita a uma instituição não pode ser substituída por qualquer outra atividade. Os trabalhadores estudantes devem contactar os docentes da UC na primeira quinzena do semestre para analisar a sua situação e perceber se é possível algum tipo de adequação em relação à avaliação proposta.

Regime de assiduidade

Espera-se que cada estudante esteja no mínimo em 75% das sessões de aplicação prática e que analise e discuta os textos propostos e execute os produtos de avaliação em estreita relação com os docentes da UC, excetuam-se os estudantes com estatuto especial (Artigo 24º do RFA).

Bibliografia

Cardona, M. J. (2011). Educação pré-escolar ou pedagogia da educação de infância? Fundamentos e conceções subjacentes. Nuances: estudos sobre Educação, Ano XVII, v. 20, n.º 21, set./dez., 144-162.
Carvalho, I. (2000). Diferentes concepções da relação Escola-Família. Perspectivar a Educação, n° 6, 62-69.
Homem, M. L. (2002). O Jardim-de-infância e a Família - As fronteiras da cooperação. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional .
ME-DEB. (2000) A Educação Pré-Escolar e os Cuidados para a Infância em Portugal, Lisboa, Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica.
Silva, I.L.(coord.) (2016) Marques, L; Mata, L, Rosa, M Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação/ Direção Geral de Educação (DGE)
ME-DEB. (1998). Qualidade e Projeto na Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação - Departamento da Educação Básica: Gabinete para a Expansão e Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar.
ME-DEB. (2002). Organização da Componente de Apoio à Família. Lisboa: Ministério da Educação - Departamento da Educação Básica: Núcleo de Educação Pré-Escolar.
Moita, C. (2012). Para uma ética situada dos profissionais de educação de infância. Lisboa: APEI - Associação de Profissionais de Educação de Infância.
Post, J., Hohmann, M. (2003). Educação de Bebés em Infantários – Cuidados e Primeiras Aprendizagens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Spodek, B. & Saracho, O. (1998), Ensinando crianças de 3 a 8 anos, Porto Alegre: Artmed.
Vasconcelos,T. et al (2003). Educação de Infância em Portugal: situações e contextos numa perspectiva de promoção da equidade e combate à exclusão. Lisboa: CNE.
Vasconcelos, T. (2009). A educação de infância no cruzamento de fronteiras. Lisboa: Texto Editores, Lda.
Vasconcelos, T. (2012). A Casa [que] se Procura - Percursos Curriculares na Educação de Infância em Portugal. Lisboa: APEI - Associação de Profissionais de Educação de Infância.
Vilhena, G; Lopes Silva, I. (2002) Organização da Componente de Apoio à Família, Lisboa, Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica, Núcleo da Educação Pré- Escolar
Zabalza, M. (2004), Práticas Educativas em La Educación Infantil Transversalidade y Transiciones in Infância e Educação Investigação e Práticas, Porto, Revista do GEDEI nº 6, pp 7-26
Documentação oficial divulgada em vários sites (atualizar ao longo do semestre)

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