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Iniciação à Tradução e Interpretação

Informações

    As horas de Tutoria ocorrem em horário a estabelecer com o(s) docente(s) da UC.


Ano letivo: 2021/2022 - 1S

Código: LGP10008    Sigla: ITI
Áreas Científicas: Línguas e Literatura
Secção/Departamento: Ciências da Comunicação e da Linguagem

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular ECTS Horas Contacto Horas Totais
LGP 22 Plano de Estudos 5,0 60 135,0

Nº de semanas letivas: 15

Responsável

DocenteResponsabilidade
Maria José Duarte FreireResponsável

Carga horária

Horas/semana T TP P PL L TC E OT OT/PL TPL O S
Tipologia de aulas

Corpo docente

Tipo Docente Turmas Horas
Horas de Contacto Totais 1 4,00
Cristina Gil   4,00

Língua de Ensino

Português

Objetivos de aprendizagem (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

Conhecer as funções básicas do tradutor intérprete de LGP e promover a aquisição de conhecimentos básicos teóricos e práticos.
Compreender o papel do intérprete de Língua Gestual Portuguesa como mediador de comunicação entre duas comunidades com línguas e culturas diferentes: a língua gestual da comunidade surda e a língua oral da comunidade ouvinte.
Promover a introdução dos alunos neste contexto de mediação, iniciando a sua preparação para o desempenho dessas funções.

Conteúdos programáticos

Comunidade surda, nacional e internacional – instituições e funcionamento; marcos importantes na história da comunidade surda; legislação pertinente; noções básicas de tradução e interpretação em geral e no âmbito da LGP em particular; tradução consecutiva e tradução simultânea; modelos teóricos de tradução e interpretação – modelo de Colonomos; glosa – sua importância e utilidade; glosa – aspetos teóricos e práticos; importância dos ANM em LGP; contextos de tradução e interpretação; exercícios práticos de tradução e interpretação de e para LGP.


Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da UC

As temáticas abordadas nesta UC pretendem familiarizar os estudantes com os conceitos básicos da tradução e interpretação em geral e no contexto da LGP em particular, bem como desenvolver os seus conhecimentos sobre a comunidade surda. O conhecimento sobre a estrutura, organizações e funcionamento da comunidade surda ajudam a familiarizar os estudantes com o seu futuro contexto de trabalho. Por outro lado, a realização de exercícios práticos de tradução e interpretação incorpora os conceitos teóricos abordados e facilita o desenvolvimento do conhecimento das línguas de trabalho.

Metodologias de ensino

Abordagem teórica: exposição de temas; distribuição de documentação; pesquisa temática orientada;
apresentação de temas relacionados com os conteúdos pós pesquisa dos alunos; discussão e debate.
Abordagem prática: realização de exercícios práticos de iniciação à interpretação e tradução; exercícios de tradução em LGP; gravações áudio e vídeo e sua análise e correção; elaboração de glosas das gravações e de correção.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da UC

A articulação entre a abordagem teórica e a abordagem prática pretende incentivar a participação ativa e interessada por parte dos alunos, essencial ao progresso da disciplina e à obtenção de sucesso nas
avaliações.
A par de uma participação nas aulas, realização de pesquisas orientadas, realização dos exercícios
propostos pela docente, potencia-se a participação em atividades extracurriculares potenciadoras dos
conhecimentos adquiridos nas aulas (seminários, encontros, conferências e eventos relacionados com a
comunidade surda)

Metodologia e provas de avaliação

Avaliação Teórica (trabalho teórico/teste) - 30%
Avaliação Prática (1/2 trabalhos práticos de tradução para LGP - gravação audiovisual e glosa)- 65%
- Participação; Assiduidade; Trabalho autónomo; TPC - 5%
......
A avaliação por exame inclui duas provas:
1 - avaliação teórica por escrito, com a duração de 1 hora+30 minutos de tolerância (30% da nota;
2 - avaliação prática composta por uma gravação vídeo de uma tradução de LP para LGP com duração de 5 minutos, seguida da elaboração de uma glosa escrita de análise e correção da gravação vídeo, com a duração de 1 hora (70% da nota).

COVID 19 - Consoante a duração do período de isolamento, e da forma como esta afetar a metodologia de avaliação da UC, serão propostas formas alternativas de avaliação, de acordo com as características da unidade curricular.

Bibliografia

Alves, C. F. (Org.) (2013). Da teoria à prática: a voz dos usuários da LGP, Custóias: ATILGP
Barbosa, S. (Coord.) (2015). Ser intérprete de língua Gestual Portuguesa, Rio Tinto: Mosaico
Bettencourt, J., J. C. Soares (1994). “Língua Gestual Portuguesa – Língua de uma minoria linguística”. Integrar, nº 4, Ab/Jul, Lisboa: IEFP/SNR, pp. 49-55
Caldas. C. (Ed.) (2012). Coleção Pro-LGP, Lisboa: UCP
Coelho, O. & Klein, M. (2013). Cartografias da Surdez, Porto: Livpsic
Duarte, H., M.J. Almeida, (2003). “Recognizing and protecting Sign Language in the Constitution” WFD News – World Federation of the Deaf, Vol. 16, nº 2, Jul, Helsínquia: WFD, pp.7-8
European Union of the Deaf (2010). Declaração sobre as Línguas Gestuais na União Europeia. Bruxelas
Gestuário – Língua Gestual Portuguesa (1995) Lisboa: SNR, nº5, 2ª, Ed.
GD: Gestuário Digital (DVD) – Língua Gestual Portuguesa (2008) Lisboa: INR, I.P.
Guia Europeu da Comunidade Surda, (1997) Bruxelas: EUD
Gil, Cristina e Pereira, J. (2019). "Deaf Way nos Estudos Culturais: a bandeira Surda da diversidade” Medi@ções, Vol 7 no. 1. Língua Gestual Portuguesa e Comunidade Surda.
Laborit, E.(2000). O Grito da Gaivota, Lisboa: Caminho
Ladd, P. (2008). Em busca da Surdidade 1, Lisboa: Surd'universo
Morgado, M. (2007). Mamadu, o herói surdo. (+DVD). Lisboa: Surd'Universo
Morgado, M. (2009). Sou asas. (+DVD). Lisboa:Surd'Universo
Morgado, M. (coord.) (2010). Os meus primeiros gestos. Lisboa: Surd’Universo /CED JRP, CPL
Nações Unidas (2007). Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Sacks, O. (2011). Vejo uma voz - Uma viagem ao mundo dos surdos, Lisboa: Relógio d'Água
Strobel, K. (2009). As imagens do outro sobre a cultura surda, Florianópolis: UFSC
UNESCO (2001). Universal Declaration on Cultural Diversity.
UNESCO (1994). Declaração de Salamanca Sobre Princípios, Política e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais.
United Nations Special Rapporteur on Minority issues (2017) Handbook by the United Nations Special Rapporteur on minority issues: Language Rights of Linguistic Minorities. Office of the High Commissioner for Human Rights
Venade, F. (2014). Os direitos fundamentais das Pessoas Surdas. Coimbra: Almedina
WEB:
www.spreadthesign.com/pt/
www. fpas.org.pt - Federação Portuguesa das Associações de Surdos
http://cdhps.fpasurdos.pt/index.php - Centro de Direitos Humanos das Pessoas Surdas /FPAS
www.inr.pt - Instituto Nacional para a Reabilitação
http://videos.sapo.pt/academialgp - Exemplos de vídeos em LGP

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