Parte Preliminar - SÍNTESE E PROPOSTAS DE ACÇÕES DE MELHORIA

De acordo com o art.º 66-A do Decreto-lei nº 107 de 2008 foi elaborado um Relatório anual onde se reflectiu sobre a concretização do Processo de Bolonha.

Relativamente ao curso de Licenciatura em Animação e Intervenção Sociocultural, criado de acordo com as portarias de criação e de aprovação do seu plano de estudos através das Portarias nº 841/2004, de 16 de Julho (I Série-B) e nº 224/2005, de 24 de Fevereiro (I Série-B), o perfil de saída pretende situar-se na encruzilhada entre as profissões da Animação Sociocultural e as profissões do

Trabalho Social, mobilizando-se para tal a dupla marca de “animação” e de “intervenção” que está presente na designação já adoptada.

Esta opção justifica-se por dois tipos de razões, uma mais ligada ao campo da formação, a outra ao campo da profissão.

A nível europeu co-existem formações e inserções profissionais nos domínios da Pedagogia Social/ Ciências da Educação, do Trabalho Social / Serviço Social e da Animação Sociocultural, sendo vulgar, no entanto, que um dado país não apresente uma destas formações e/ou desses campos profissionais ou que a designação profissional atribuída a funções ou desempenhos de tipo idêntico não seja a mesma em diferentes países.

Em contrapartida, no contexto português têm co-existido as três formações sendo a de animador sociocultural a que tem apresentado carácter mais “politécnico” e aquela que até mais tarde se manteve associada a um nível de formação de bacharelato.

Relativamente ao campo da profissão, deverá ser salientado que as significativas transformações que actualmente ocorrem quer nas sociedades globais, quer nas funções sociais dos estados, têm vindo a ter profundos reflexos quer no perfil das instituições que “empregam” muitos dos profissionais da animação e do trabalho social, bem como no financiamento dos seus programas e projectos, nacionais e internacionais, quer ainda nas políticas de emprego, modalidades de gestão dos recursos humanos e estatutos profissionais (contratos, desempenhos, hierarquias funcionais, qualificações exigíveis, …) provocando uma modificação das funções tradicionalmente desempenhadas por estes profissionais.

São estas questões que justificam, a nosso ver, o perfil de saída deste curso de Animação e Intervenção Sociocultural, situando-o na encruzilhada entre as profissões da Animação Sociocultural e as profissões do Trabalho Social.

Pretende-se que os desempenhos profissionais dos seus diplomados possam articular uma formação prática com a capacidade de “ler” as estruturas e mudanças sociais, de fazer o diagnóstico das situações e construir soluções adequadas a / e com os grupos e indivíduos com quem interagem, quer apoiando-os no seu desenvolvimento, quer mediando-os no acesso aos serviços e programas/ politicas sociais.

Com efeito, a Animação Sociocultural é um campo de intervenção reconhecido internacionalmente e que a UNESCO em 1982 definia como “um conjunto de práticas sociais que têm por finalidade estimular a iniciativa e a participação das comunidades no processo do seu próprio desenvolvimento e na dinâmica global da vida sociopolítica em que estão integrados”. Perspectiva semelhante está presente em diversos autores, nomeadamente, Ander-Egg (2000), para quem a animação é um “conjunto de técnicas sociais que, baseadas numa pedagogia participativa, têm por finalidade promover práticas e actividades voluntárias que, com a participação activa das pessoas, se desenvolvem no seio de um grupo ou comunidade determinada e se manifestam nos diferentes campos das actividades socioculturais, visando o desenvolvimento da qualidade de vida”.

Paralelamente, uma das definições adoptadas internacionalmente para o Trabalho Social foi produzida pela Federação Internacional dos Trabalhadores Sociais (2000): “A profissão de trabalho social promove a mudança social, a resolução de problemas de relações humanas e o fortalecimento e promoção da liberdade da população para implementar o bem-estar. Resume-se portanto a dois conceitos básicos, fundamentais:

- Intervenção social na e com a comunidade…

- Educação para a cidadania…

Propostas de Acções de Melhoria

- Proporcionar aos estudantes um melhor conhecimento do perfil de competências previstas no curso, bem como adaptar em algumas UC´s programas e metodologias de aprendizagem com vista a se atingirem tais competências;

- Evitar que um mesmo docente seja responsável e leccione um número alargado e diversificado de UC´s do curso;

- Tentar que exista em algumas UC´s, um equilíbrio adequado de aulas teóricas, práticas e teórico-práticas, evitando, sempre que possível, que as UC´s tenham um carácter predominantemente teórico;

- Tentar que em algumas UC´s, os seus conteúdos sejam mais adequados ao perfil de competências enunciado e às exigências dos desempenhos profissionais;

- Repensar a pertinência de algumas UC´s no Plano de Estudos ou a adequação dos conteúdos leccionados nas mesmas com as exigências do perfil de competências adoptado e com as exig~encias do mercado de trabalho e quadro deontológico.

- Reflectir sobre a possibilidade de algumas UC´s optativas poderem passar a obrigatórias pela pertinência do seu carácter formativo com vista ao perfil profissional desejado;

- Articular de forma mais adequada as várias UC´s do Plano de estudos com vista a evitar repetições / sobreposição de temas, garantindo antes uma complementaridade dos mesmos;

- Articular de forma adequada o trabalho desenvolvido nas várias UC´s de forma a que não exista um número exagerado e desadequado de trabalhos a desenvolver pelos estudantes, nem sobreposição de provas de avaliação;

- Garantir uma efectiva articulação de trabalho dos docentes nas UC´s em que existe co-docência;

- Aferir de forma mais adequada os processos de avaliação, nomeadamente quanto aos trabalhos individuais e de grupo, bem como precisar mais objectivamente o peso das sessões presenciais na avaliação contínua;

- Evitar que existam demasiados "furos" nos horários dos estudantes, bem como adaptar os horários das aulas aos dos transportes colectivos (autocarro e combóio);

- Reflectir, com docentes e estudantes, sobre a necessária reestruturação do curso, tentando que o mesmo se adeque mais aos desafios com que se confrontam os profissionais;

- Reflectir sobre processos de trabalho que permitam um melhor desempenho e valorização dos estudantes- trabalhadores, nomeadamente no que se refere à UC "Carteira de Competências".

Parte A - CARACTERIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DESEJADAS

Tendo como suporte a utilização de teorias sobre o comportamento humano e os sistemas sociais e como metodologias de intervenção social as específicas para o trabalho em áreas e com pessoas em situação de risco de exclusão social, os princípios dos Direitos Humanos e da Justiça Social são fundamentais e estão sempre presentes.
Neste sentido, são habitualmente reconhecidos como objectivos da Animação em Intervenção Social, os seguintes:
- Facilitar a inclusão de grupos de pessoas marginalizadas, socialmente excluídas, vulneráveis ou em risco;
- Lutar contra as barreiras, iniquidades, desigualdades e injustiças que existem na sociedade;
- Assistir e mobilizar indivíduos, famílias, grupos e comunidades para aumentar o seu bem-estar e a sua capacidade própria para solucionar os problemas com que se deparam;
- Fomentar o compromisso das comunidades com a defesa de princípios ou aspectos pertinentes internacionais, locais, nacionais e regionais;
- Trabalhar pela protecção das pessoas que não estão em condições de o fazer por si próprias (crianças e jovens que necessitam de cuidados específicos, pessoas que sofrem de enfermidades ou perturbações mentais), dentro dos parâmetros da legislação e da ética.
Tendo em conta estas considerações, definiu-se um conjunto de competências a desenvolver na formação, que deu forma e conteúdo ao plano de estudos do curso e que são especificamente as seguintes.
- Domina conhecimentos de várias áreas do saber que permitem a compreensão da complexidade dos contextos e processos que regem a vida das comunidades, grupos e indivíduos;
- Revela conhecimentos no âmbito das várias ciências sociais e humanas;
- Mobiliza estes conhecimentos na compreensão de problemáticas e contextos particulares no âmbito da Animação Sociocultural e do Trabalho / Intervenção Social;
- Conhece e compreende a genealogia dos processos históricos de consolidação do campo das instituições e das profissões nos domínios da Animação Sociocultural e da Intervenção Social e problematiza o seu desenvolvimento;
- Conhece os processos e situações historicamente vividas em Portugal;
- Conhece os processos vividos e os modelos desenvolvidos noutros países, nomeadamente da União Europeia;
- Conhece e problematiza as políticas de bem-estar social e a legislação que sustenta os processos de animação e intervenção sociocultural;
- Problematiza a diversidade dos seus desenvolvimentos possíveis no quadro das políticas nacionais e das Iniciativas Comunitárias;
- Conhece e mobiliza os fundamentos pedagógicos, psicológicos, sociológicos e antropológicos que estão na base dos processos de trabalho característicos da animação e da intervenção sociocultural;
- Utiliza procedimentos e técnicas de animação sociocultural para a intervenção, a mediação e a análise das realidades pessoal, familiar, comunitária ou de grupo;
- Domina técnicas concretas de animação sociocultural e comunitária (dinâmica de grupos, motivação, negociação, assertividade, etc.);
- Identifica e diagnostica os factores mais comuns de crise ou conflito no seio da família, grupo ou comunidade e desenvolve estratégias de mediação entre os seus elementos;
- Utiliza técnicas de detecção e prevenção de situações de exclusão e/ou descriminação que dificultem a inserção social e profissional de indivíduos e grupos;
- Concebe, utiliza e avalia instrumentos e/ou recursos e materiais de animação e intervenção sociocultural;
- Utiliza e avalia o uso das novas tecnologias na animação e intervenção sociocultural;
- Conhece teorias e metodologias mobilizáveis na caracterização e diagnóstico de situações e contextos de animação e intervenção sociocultural;
- Identifica fontes de informação, recolhe e analisa dados de fontes e de tipos diferentes;
- Revela capacidades de questionamento dos contextos e dos saberes, nomeadamente no âmbito do estudo dos processos de animação sociocultural e intervenção comunitária;
- Articula e integra adequadamente informações teóricas de diferentes inserções disciplinares com dados de natureza empírica;
- Demonstra capacidade para trabalhar com e valorizar as pessoas, famílias, grupos, organizações e comunidades, as suas necessidades e circunstâncias;
Procura conhecer os estádios evolutivos das populações, indivíduos e grupos com que trabalha;
- Cria relações empáticas, incita à participação e à acção, renovando o gosto pela vida e transmitindo o gosto pela luta e a perseverança nas situações complexas e difíceis;
- Manifesta confiança nas capacidades das pessoas para mudarem as situações e serem protagonistas da sua própria promoção social e cultural;
- Ajuda o indivíduo, grupo ou comunidade a expressar os seus pontos de vista, a identificar as suas próprias necessidades, a definir e propor um objectivo, a concretizar decisões e a avaliá-las;
- Cuida que o grupo, organização ou comunidade se mantenha fiel aos seus objectivos e procura garantir a união entre os seus membros Concebe, organiza e gere, individualmente e em equipa, pequenos projectos de animação sociocultural (de animação e tempo livre, de intervenção comunitária, de lazer, de inclusão social, …);
- Conhece o funcionamento, as modalidades de gestão e o enquadramento legal de instituições públicas e privadas de animação e intervenção sociocultural;
- Implementa programas e estratégias de intervenção sociocultural em diferentes campos de trabalho;
- Concebe e implementa projectos de animação de índole ocupacional ou formativa, de desenvolvimento pessoal ou comunitário e de inclusão ou integração, adequados aos indivíduos e/ou contextos;
- Incorpora os recursos sociais, institucionais, pessoais e materiais disponíveis para levar a cabo o trabalho num determinado âmbito de acção;
- Avalia programas e estratégias de animação e intervenção sociocultural em diferentes campos de trabalho;
- Desenha e implementa projectos de iniciação à investigação sobre os meios sociais e institucionais onde se realiza a sua intervenção;
- Conhece os diferentes métodos e técnicas de investigação e compreende as suas condições de utilização;
- Aplica adequadamente os conhecimentos metodológicos em processos de pesquisa;
- Analisa e interpreta criticamente os resultados de estudos com diferentes origens, compreendendo os processos metodológicos que os originaram;
- Compreende e mobiliza os valores e os conhecimentos relacionados com o dinamismo associativo e o empreendedorismo na construção de projectos de voluntariado, associativos ou empresariais adequados;
- Revela conhecimentos sobre os procedimentos de criação de um programa de voluntariado, associação, cooperativa ou empresa e sobre os factores do seu desenvolvimento;
- Concebe um projecto integrando de forma adequada interesse colectivos, motivações pessoais e oportunidades relativamente ao mercado.

Parte B - CARACTERIZAÇÃO GENÉRICA DO CURSO

Parte B1 - Caracterização da estrutura do curso

Tabela 1 - Distribuição de horas de trabalho

UCTipo de Aula Horas ContactoSemestreECTSHoras Totais
TTPLTCSOTEO
AIS20020 - Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos 20 12 26 20 - - - - 78S5135
AIS20016 - Animação Desportiva - 105 - - - - - - 105S5135
AIS20018 - Animação, Promoção e Património Cultural 30 17 - - - 8 - 25 25s5135
AIS20018 - Animação, Promoção e Património Cultural 30 17 - - - 8 - 25 55S5135
AIS10007 - Antropologia Cultural 40 25 - 15 - 10 - 15 105S5135
AIS20005 - Artes e Património 30 17 - - - 8 - 25 80S5135
AIS30004 - Carteira de Competências 6 9 - - - 12 - - 27S5135
AIS20013 - Comunicação e Turismo - 25 30 - - 15 - - 70S5135
AIS30003 - Comunicação Empresarial e Marketing 26 26 - - - 9 - - 61S5135
AIS10002 - Contextos Profissionais 12 12 - 15 6 15 - - 60S5135
AIS20012 - Culturas Populares 30 25 10 15 - 10 - - 90S5135
AIS30006 - Design, Desenvolvimento e Avaliação de Projectos 21 30 - - 12 12 - - 75S5135
AIS30001 - Economia, Gestão e Empreendedorismo 30 30 - - - 10 - 2 72S5135
AIS20011 - Espaço, Culturas e Desenvolvimento 30 30 - 10 - 7 - - 77S5135
AIS10008 - Estudos Ambientais 20 20 - 10 10 - - - 60S5135
AIS20009 - História Contemporânea e Cidadania 30 25 - 5 - 7 - 4 71S5135
AIS20021 - Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco 30 - - 20 15 9 - - 74S5135
AIS10011 - Língua e Prática Textual 20 20 - - 10 10 - - 60S5135
AIS20022 - Metodologias e Projectos de Animação Sócio-educativa 10 40 30 10 9 10 - - 109S5135
AIS10005 - Modelos e Metodologias de Animação I 30 25 - - 12 14 - - 81S5135
AIS20010 - Modelos e Metodologias de Animação II 35 25 - - 12 14 - - 86S513
AIS20010 - Modelos e Metodologias de Animação II 35 25 - - 12 14 - - 86S5135
AIS20007 - Oficina de Animação Musical e Dramática - - 60 - - 15 5 12 92S5135
AIS20015 - Organização de Processos de RVCC 16 35 - - 16 10 - - 77S5135
AIS20019 - Organização e Produção de Eventos 20 12 26 20 - - - - 78S5135
AIS20002 - Pedagogia e Educação ao Longo da Vida 30 24 - - 6 12 - - 72S5135
AIS30005 - Políticas Sociais 25 30 - 10 9 9 - - 83S5135
AIS20014 - Produção de Conteúdos Multimédia 15 - 65 - - 10 - - 90S5135
AIS20006 - Projecto de Animação e Intervenção I 9 - - 12 6 9 15 - 51S5135
AIS30008 - Projecto de Animação e Intervenção II 16 25 - 8 30 18 6 - 103S15405
AIS10001 - Psicologia Social 30 30 - - 6 15 - - 81S5135
AIS30002 - Redes, Solidariedades e Coesão Social 25 25 - 12 10 10 - - 82S5135
AIS10009 - Relações Interpessoais e Gestão de Grupos 21 27 - - 9 9 - - 66S5135
AIS20017 - Roteiros e Percursos 20 12 26 20 - - - - 78S5135
AIS20004 - Saúde e Sociedade 15 20 12 - 9 9 - - 65S5135
AIS20003 - Seminário de Investigação e de Projecto 9 32 - 15 6 12 - - 74S5135
AIS20001 - Sociologia da Cultura e Interculturalidade 30 30 - - 9 9 - - 78S5135
AIS30007 - Sociologia da Juventude e Políticas da Cidade 30 20 - 10 9 9 - - 78S5135
AIS10006 - Sociologia Geral 30 30 - - 9 9 - - 78S5135
AIS20008 - TIC em contextos profissionais 15 - 65 - - 10 - - 90S5135
AIS10010 - Trabalho Social: teorias e práticas 25 25 - - 12 10 - - 72S5135

Tabela 2 - Dados comparativos com cursos de referência

Área CientíficaUnidade Curricular
Pedagogia14
Artes7
Ciências Sociais20
Artes7
Matemática2
Ciências da Natureza3
Ciências do Desporto1
Tecnologias de Informação e Comunicação2
Ciências do desporto1
Tecnologias de Informação e Comunicação3
Linguas e Literaturas2
Ciências da Comunicação1
Línguas e Literatura5
Matemática2
Ciências Sociais23
Ciências da Comunicação1
Ciências da Natureza2

Parte B2 - Caracterização dos estudantes à entrada

De 2007 para 2008 verifica-se um aumento de estudantes oriundos dos concelhos de Setúba(4), Lisboa (2), Moita (2) e Sesimbra (2), mantendo-se o mesmo número referente ao concelho de Almada, que correspondem aos concelhos que mais contribuiam para o contingente de entrada.
Ainda relativamente à origem dos estudantes, verifica-se que os Distritos de Setúbal e Lisboa são os que mais contribuiram para o aumento do número destes.
Quanto ao número de entradas de estudantes por via do Concurso de Maiores de 23 anos, verifica-se um aumento do número destes (3).
No caso do Regime Geral de Acesso ao Ensino Superior (COG), verifica-se um aumento de estudantes (5) na 1ª fase e (2) na 2ª fase, de 2007/08 para 2008/09.
Quanto às Médias de Candidaturas, verifica-se uma melhoria da média do último candidato (de 111,0 para 113,5), embora se tenha verificado uma redução da Média das Médias de candidatura dos candidatos colocados (de 134,58 para 127,04).
Contudo, Verifica-se o aumento de candidatos colocados (36 para 41).
Relativamente ao número de colocação de estudantes em 1ª opção, verifica-se um aumento muito do significativo de 2007 / 08 para 2008/09 do número de estudantes entrados.
Quanto à Evolução da Distribuição das notas de acesso (2007 para 2008), verifica-se um aumento significativo das notas médias (12 e 13), para o dobro, enquanto se verifica uma redução das notas mais altas, nomeadamente (14) para metade (de 15 para 7).
No que se refere às Modalidades de Ingresso, não se verificaram alterações significativas no seu peso relativo, embora representem aum aumento de 33 para 41 estudantes matriculados. Quanto aos Estudantes Inscritos (Tabela 9), verifica-se um acréscimo de estudantes de 2007 para 2008.
O número elevado de estudantes inscritos no 3º ano em 2008, deve-se à existência de estudantes do 3º ano de Transição.
No que se refere à Mobilidade (Erasmus), verifica-se que apenas 4 estudantes participaram no Porgrama Erasmus, enquanto que não se verificou nenhum caso de estudantes recebidos.

Tabela 3 - Proveniência dos estudantes por Concelho

CONCELHONúmero de Admitido (CNA)
200820072006
Outros---

CNA - Cuncurso Nacional de Acesso

Tabela 4 - Proveniência dos estudantes por Distrito

DISTRITONúmero de Admitido (CNA)
200820072006
Outros---

CNA - Cuncurso Nacional de Acesso

Tabela 5 - Ocupação de vagas, por fase do regime geral e por regime

Regime de ingressoAno lectivoNº de alunos matriculados%
CEA 2008/0900
2007/0812.38
2006/0700
CEM 2008/0911.96
2007/0800
2006/0700
CEM23 2008/09815.69
2007/08511.9
2006/0700
COG 2008/09 Fase 1 3364,71
Fase 2815,69
Fase 300
Fase Ind. -1-1.96
2007/08 Fase 1 2969,05
Fase 2614,29
Fase 300
Fase Ind. -4-9.52
2006/0700
MC 2008/0911.96
2007/0812.38
2006/0700
RE 2008/0900
2007/0812.38
2006/0700
T 2008/0911.96
2007/0824.76
2006/0700
TCS 2008/0900
2007/0812.38
2006/0700

Tabela 6 - Estatísticas de ingresso

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Gráfico 1 - Ocupação de vagas e 1ª Opção

Tabela 7 - Evolução da distribuição das notas de acesso

MediasNumero De Candidatos
200820072006

Tabela 8 - Modalidades de ingresso

Regime de ingressoAno lectivoNº de estudantes matriculados%
CE 2008/0900
2007/08120.0
2006/0700
GIES 2008/094180.39
2007/0833660.0
2006/0700
MC+T 2008/0923.92
2007/08360.0
2006/0700

Legenda:
CE - Concursos Especiais (Bachareis, Titulares de cursos superiores, médios e pós-secundarios, Estudantes de sistemas de ensino superior estrangeiro(não se inclui ERASMUS))
GIES - Regimes de ingresso via GIES (Gabinete de ingresso no ensino superior)
MC+T- Mudanças de curso e Transferências

Gráfico 2 - Modalidades de ingresso

Parte B3 - Caracterização genérica dos estudantes

Tabela 9 - Estudantes inscritos

Ano Curricular200820072006
1º Ano4025,97%36100%00%
2º Ano3422,08%00%00%
3º Ano8051,95%00%00%
Total154360

Parte B4 - Caracterização da Mobilidade Internacional

Tabela 10 - Estudantes em Mobilidade

Não existem dados disponíveis! Não foi possível encontrar dados que satisfaçam os criterios especificados. Reformule os criterios

Gráfico 3 - Estudantes em Mobilidade

Parte C - CARACTERIZAÇÃO DAS MUDANÇAS INTRODUZIDAS A NÍVEL DAS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS

Tabela 11 - Resposta ao inquérito aos docentes

2006 / 2007
2007 / 2008
2008 / 2009
Respostas ao Inquérito
0
0
66%

Tabela 12 - Elementos que integram o programa da unidade curricular

 
Sim
Não
Ñ Resp
Total
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
Aprendizagens esperadas
39
92,9%
2
4,8%
1
2,4%
42
100%
Avaliação
42
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
42
Bibliografia
42
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
42
Competências a desenvolver
40
95,2%
0
0,0%
2
4,8%
42
Conteúdos
42
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
42
Introdução
41
97,6%
0
0,0%
1
2,4%
42
Metodologia
42
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
42
Número de créditos (ECTS)
42
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
42
Nº horas de contacto por tipo de trabalho
41
97,6%
1
2,4%
0
0,0%
42
Nº horas de trabalho autónomo por tipo de trabalho
33
78,6%
1
2,4%
8
19,0%
42
Número total de horas
42
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
42
Objectivos
32
76,2%
8
19,0%
2
4,8%
42
Competências Formação específica
33
78,6%
4
9,5%
5
11,9%
42
Competências Formação geral/transversal
33
78,6%
6
14,3%
3
7,1%
42
Competências Formação profissionalizante
23
54,8%
13
31,0%
6
14,3%
42


Sobre os elementos que integram os Programas das unidades curriculares, 6 das 16 questões postas aos docentes foram respondidas a 100% (todos os docentes responderam), existindo outras 3 questões em que apenas um ou dois professores não responderam.

As questões onde se verificaram mais respostas respeitam a aspectos formais, organizativos das UC´s (nº horas, nº ECTS, nº horas de contacto, explicação dos processos de avaliação, Bibliografia, conteúdos, Introdução, Metodologia).

As questões onde se verificam menos respostas dos docentes correspondem a aspectos de organização do trabalho dos estudantes (nº de horas de trabalho autónomo dos alunos), de indefinição dos objectivos da UC ou de competências do curso (transversais, específicas e em particular profissionalizantes

Este aspecto anterior parece contrastar com o aspecto das competências que a UC pretende desenvolver.

Isto é, cada docente indica quais as competências que a UC que lecciona deve desenvolver, embora uma parte dos docentes não refiram se as mesmas correspondem às competências de formação do curso…

Actividades utilizadas em 2008/2009 na Unidade Curricular

A análise dos resultados leva-nos a concluir que os resultados mais significativos se referem a actividades lectivas mais formais (aulas expositivas), embora com participação dos estudantes e referindo-se a assuntos que promovam o debate e utilizando meios audiovisuais, enquanto as aulas de cariz mais prático (Estágios, Projectos de Investigação-Acção, Estudos de Caso, Trabalho de Campo, Visitas de Estudo) não são tão significativas para uma parte dos docentes.

Aspecto inovador é o da orientação tutória, referindo a quase totalidade dos docentes adoptá-lo.

Tabela 13 - Mudanças na utilização das actividades relativamente à situação anterior a Bolonha

 
Nunca usei
ContUsar
DeixUsar
PassUsar
Ñ Resp
Total
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
Aulas expositivas c/ exemplos da realidade
0
0,0%
25
59,5%
0
0,0%
0
0,0%
17
40,5%
42
100%
Aulas expositivas c/ temas para debate
1
2,4%
26
61,9%
0
0,0%
0
0,0%
15
35,7%
42
Aulas expositivas c/ meios audiovisuais
0
0,0%
27
64,3%
0
0,0%
0
0,0%
15
35,7%
42
Aulas expositivas dos conteúdos
4
9,5%
18
42,9%
0
0,0%
0
0,0%
20
47,6%
42
Aulas expositivas interact c/estudantes
0
0,0%
26
61,9%
0
0,0%
0
0,0%
16
38,1%
42
Comunic c/prof/colegas-Correio Elec
0
0,0%
26
61,9%
0
0,0%
1
2,4%
15
35,7%
42
Comunicação oral dos estudantes
0
0,0%
28
66,7%
0
0,0%
0
0,0%
14
33,3%
42
Discussão orientada temas c/análise doc.
1
2,4%
27
64,3%
0
0,0%
0
0,0%
14
33,3%
42
Estudos de caso
11
26,2%
6
14,3%
0
0,0%
0
0,0%
25
59,5%
42
Exercícios de aplicação
3
7,1%
17
40,5%
0
0,0%
0
0,0%
22
52,4%
42
Interv fóruns discussão on-line/chats
9
21,4%
5
11,9%
1
2,4%
2
4,8%
25
59,5%
42
Orientação tutória
0
0,0%
20
47,6%
0
0,0%
5
11,9%
17
40,5%
42
Participação em Seminários /Conferências
6
14,3%
15
35,7%
0
0,0%
3
7,1%
18
42,9%
42
Pesquisa/recolha de informação on-line
0
0,0%
26
61,9%
0
0,0%
0
0,0%
16
38,1%
42
Prática simulada
13
31,0%
2
4,8%
1
2,4%
0
0,0%
26
61,9%
42
Realização activ Estágio pelos estudantes
13
31,0%
2
4,8%
0
0,0%
0
0,0%
27
64,3%
42
Realiz.projectos de investigação/acção
7
16,7%
13
31,0%
0
0,0%
0
0,0%
22
52,4%
42
Resolução de problemas
7
16,7%
11
26,2%
0
0,0%
0
0,0%
24
57,1%
42
Supervisão activ Estágio pelo docente
12
28,6%
2
4,8%
1
2,4%
0
0,0%
27
64,3%
42
Trabalho de campo
5
11,9%
17
40,5%
0
0,0%
2
4,8%
18
42,9%
42
Trabalho de Projecto
5
11,9%
18
42,9%
0
0,0%
0
0,0%
19
45,2%
42
Trabalhos Práticos/Laborat/Const/Prod
7
16,7%
14
33,3%
0
0,0%
0
0,0%
21
50,0%
42
Visitas de estudo
4
9,5%
17
40,5%
0
0,0%
3
7,1%
18
42,9%
42


Verifica-se que a grande maioria dos docentes refere que não alterou as suas práticas pelo facto da adesão a Bolonha, continuando a usar as mesmas actividades, o que não induz a que tais práticas, utilizadas mesmo anteriormente, sejam menos correctas.

De entre as práticas que passaram a ser utilizadas, a de maior relevância é a da Orientação tutória, embora mesmo esta corresponda a resultados médios, visto que uma parte significativa dos docentes já a utilizava.

Também é de referir que uma parte dos docentes não responde às questões apresentadas neste grupo.

Tabela 14 - Mudanças na utilização dos elementos de avaliação individual relativamente à situação anterior a Bolonha

 
Nunca usei
ContUsar
DeixUsar
PassUsar
Ñ Resp
Total
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
Apresentação oral de trabalhos
0
0,0%
22
95,7%
0
0,0%
0
0,0%
1
4,3%
23
100%
Auto-avaliação pelos estudantes
6
26,1%
10
43,5%
1
4,3%
1
4,3%
5
21,7%
23
Avaliação inter-pares
7
30,4%
8
34,8%
1
4,3%
1
4,3%
6
26,1%
23
Desempenho activ práticas
4
17,4%
14
60,9%
0
0,0%
0
0,0%
5
21,7%
23
Particip estudantes activ aulas
0
0,0%
23
100,0%
0
0,0%
0
0,0%
0
0,0%
23
Produção materiais modelos objectos
6
26,1%
10
43,5%
0
0,0%
0
0,0%
7
30,4%
23
Produções escritas
1
4,3%
21
91,3%
0
0,0%
1
4,3%
0
0,0%
23
Projectos de Investigação/Acção
8
34,8%
8
34,8%
0
0,0%
0
0,0%
7
30,4%
23
Relatórios activ exper/práticas
8
34,8%
11
47,8%
0
0,0%
0
0,0%
4
17,4%
23
Relatórios de estágio
12
52,2%
2
8,7%
0
0,0%
0
0,0%
9
39,1%
23
Testes avaliação de conhecimentos
5
21,7%
10
43,5%
2
8,7%
0
0,0%
6
26,1%
23
Testes avaliação de conhecimentos e s/ aplicação
6
26,1%
7
30,4%
0
0,0%
2
8,7%
8
34,8%
23


Também neste aspecto, pelo que referem os docentes inquiridos, o número dos que alteraram os elementos de avaliação, relativamente ao período pré- Bolonha, é residual.

Já significativo é o número de docentes que, neste ponto, não respondem às questões levantadas no questionário.

Também significativo é o número de docentes que não utiliza a avaliação inter-pares e a auto-avaliação pelos estudantes.

Os dados relativos a Relatórios de Estágio são compreensíveis visto que existem UC´s específicas de Estágio e este não está previsto que seja alargado às demais UC´s do plano de estudos. Quanto muito, o que não é claro é se existe articulação das várias UC´s às UC´s específicas de estágio.

Tabela 15 - Mudanças na utilização dos elementos de avaliação em grupo relativamente à situação anterior a Bolonha

 
Nunca usei
ContUsar
DeixUsar
PassUsar
Ñ Resp
Total
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
F
f(%)
Apresentação oral de trabalhos
0
0,0%
20
87,0%
0
0,0%
0
0,0%
3
13,0%
23
100%
Auto-avaliação pelos estudantes
5
21,7%
10
43,5%
1
4,3%
1
4,3%
6
26,1%
23
Avaliação inter-pares
5
21,7%
10
43,5%
1
4,3%
1
4,3%
6
26,1%
23
Desempenho activ práticas
3
13,0%
15
65,2%
0
0,0%
0
0,0%
5
21,7%
23
Particip estudantes activ aulas
0
0,0%
21
91,3%
0
0,0%
0
0,0%
2
8,7%
23
Particip activ"a distância"
4
17,4%
7
30,4%
0
0,0%
2
8,7%
10
43,5%
23
Produções escritas
3
13,0%
16
69,6%
0
0,0%
1
4,3%
3
13,0%
23
Projectos de Investigação/Acção
6
26,1%
8
34,8%
0
0,0%
0
0,0%
9
39,1%
23
Relatórios activ exper/práticas
8
34,8%
9
39,1%
0
0,0%
0
0,0%
6
26,1%
23
Relatórios de estágio
11
47,8%
1
4,3%
0
0,0%
0
0,0%
11
47,8%
23
Testes avaliação de conhecimentos
9
39,1%
3
13,0%
0
0,0%
0
0,0%
11
47,8%
23
Testes avaliação de conhecimentos e s/ aplicação
9
39,1%
3
13,0%
0
0,0%
0
0,0%
11
47,8%
23
Produção materiais modelos objectos
4
17,4%
12
52,2%
0
0,0%
0
0,0%
7
30,4%
23


Neste ponto também é evidente a não adopção de novas formas e elementos de avaliação pela adesão a Bolonha.

Significativa é a adopção de apresentação oral de trabalhos em grupo, em produções escritas (trabalhos de grupo), desempenho de actividades práticas em grupo e a participação dos estudantes, em grupo em actividades nas aulas.

Parte D - ANÁLISE DOS RESULTADOS DO MODELO DE ENSINO

Verifica-se que de 2007/08 para 2008/09, a percentagem de estudantes que aprovaram, relativamente ao número de inscritos, aumentou em todos os anos do curso.

Idêntido sentido se verificou relativamente à percentagem de estudantes aprovados, relativamente ao número de avaliados.

Quanto à relação estudantes inscritos / avaliados, verifica-se um aumento de 2007/08 para 2008/09 no 1º e 3º anos e em sentido contrário no 2º ano.

Quanto ao número de estudantes inscritos que foram avaliados, verifica-se que a Média Global das 10 UC´s com rácios mais elevados aumenta de 2007 para 2008 (85,57 para 91,06).

As UC´s que são comuns aos anos atrás referidos, relativamente ao número de estudantes avaliados entre os inscritos, são:
A2 - Op-Culturas Populares
B1 - Op-Prof - Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos
CL - Língua Estrangeira - Francês B1

Quanto ao número de estudantes aprovados relativamente aos avaliados, verifica-se que a Média Global das 10 UC´s com rácio mais elevado, subiu de 1007 para 2008 (de 86,41 para 93,62).

Neste aspecto, as UC´s comuns aos anos em análise, são as seguintes:
B1 - Op-Esp - Produção de Conteúdos Multimédia
B1 - Op-Prof - Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos
CL - Língua Estrangeira - Francês B1
(Tabela 19) Quanto ao número de estudantes aprovados relativamente aos inscritos, verifica-se que a Média Global das 10 UC´s com rácio de valor mais elevado, subiu de 1007 para 2008 (de 73,07 para 85,26).

Neste aspecto, as UC´s comuns aos anos em análise, são as seguintes:
B1 - Op-Prof - Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos
CL - Língua Estrangeira - Francês B1
Opção - Geografia

(Tabela 20) Sobre o número de estudantes avaliados relativamente aos inscritos, a Média Global das 10 UC´s com com valor mais baixo, subiu de 84,57 para 91,06 de 2007 para 2008. As UC´s comuns aos anos em análise, são as seguintes:
CL - Língua Estrangeira - Ingles B1
Pedagogia e Educação ao Longo da Vida

(Tabela 21) - relativamente aos valores entre os estudantes aprovados relativamente aos avaliados, verifica-se um aumento de valores da Média Global de 2007 para 2008, com valores de 86,41 e 93,62, respectivamente.

As UC´s comuns aos dois anso em análise são as seguintes:
Estudos Ambientais
Sociologia da Cultura e Interculturalidade

(Tabela 22) - Quanto às aprovações relativamente ao número de Inscrições, em que o rácio das 10 UC´s com valores mais baixos, verifica-se que houve um aumento de 2007 para 2008, com valores de 73,07 para 85,26, respectivamente.

A UC comuns aos dois anos em análise foi "Estudos Ambientais", com 68,29 e 65,31, respectivamente.

(Tabela 23) - Verifica-se que aumentou o número de estudantes que concluiram o curso (---%) de 16 para 40, de 2007 para 2008, tendo duplicado o número de desistências (9 para 18).

Tabela 16 - Indicadores de sucesso

Ano lectivoRácio (%)Anos do cursoMédia Global
1º ano 2º ano 3º ano
2008/09 aprov/inscr 82.7 85.8 91.8 86
aprov/aval 92.2 94.1 97.7 94.3
aval/inscr 89.7 91.2 93.9 8.8
2007/08 aprov/inscr 77.2 78.6 61.7 73
aprov/aval 86.4 84.7 88.5 86.3
aval/inscr 89.4 92.8 69.7 15.4
2006/07 aprov/inscr - - - -
aprov/aval - - - -
aval/inscr - - - -

Tabela 17 - Avaliações/Inscrições (valor mais alto)

UC
2008
Rácios ( % )
Aval./Inscr.
Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos100.0
Animação Desportiva100.0
Artes Performativas100.0
Cinema e Televisão100.0
Culturas Populares100.0
Desporto de Recreação e Terceira Idade100.0
Economia Gestão e Empreendedorismo100.0
Geografia100.0
Língua Estrangeira - Francês B1100.0
Língua Gestual Portuguesa100.0
Média Global do Curso91.24

UC
2007
Rácios ( % )
Aval./Inscr.
Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos100.0
Antropologia Cultural100.0
Artes e Património100.0
Artes Performativas100.0
Cinema e Televisão100.0
Culturas Populares100.0
Desporto de Recreação e Terceira Idade100.0
Espaço Culturas e Desenvolvimento100.0
Estudos Ambientais100.0
Evolução das Ideias em Ciência100.0
Média Global do Curso84.57

Tabela 18 - Aprovações/Avaliações (valor mais alto)

UC
2008
Rácios ( % )
Aprov./Aval.
Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos100.0
Animação Desportiva100.0
Antropologia Cultural100.0
Artes Performativas100.0
Culturas Populares100.0
Design Desenvolvimento e Avaliação de Projectos100.0
Desporto de Recreação e Terceira Idade100.0
Economia Gestão e Empreendedorismo100.0
Espaço Culturas e Desenvolvimento100.0
Evolução das Ideias em Ciência100.0
Média Global do Curso94.28

UC
2007
Rácios ( % )
Aprov./Aval.
Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos100.0
Cinema e Televisão100.0
Evolução das Ideias em Ciência100.0
Geografia100.0
Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco100.0
Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco100.0
Língua Estrangeira - Francês B1100.0
Língua Estrangeira - Inglês B1100.0
Produção de Conteúdos Multimédia100.0
Projecto de Animação e Intervenção I100.0
Média Global do Curso86.31

Tabela 19 - Aprovações/Inscrições (valor mais alto)

UC
2008
Rácios ( % )
Aprov./Inscr.
Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos100.0
Animação Desportiva100.0
Artes Performativas100.0
Culturas Populares100.0
Desporto de Recreação e Terceira Idade100.0
Economia Gestão e Empreendedorismo100.0
Geografia100.0
Língua Estrangeira - Francês B1100.0
Metodologias e Projectos de Animação Sócio-educativa100.0
Produção de Conteúdos para a Web100.0
Média Global do Curso 86.02

UC
2007
Rácios ( % )
Aprov./Inscr.
Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos100.0
Cinema e Televisão100.0
Evolução das Ideias em Ciência100.0
Geografia100.0
Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco100.0
Língua Estrangeira - Francês B1100.0
Produção de Conteúdos Multimédia100.0
Tecnologias Artísticas100.0
Traumatologia e Primeiros Socorros100.0
Projecto de Animação e Intervenção II92.0
Média Global do Curso 72.99

Tabela 20 - Avaliações/Inscrições (valor mais baixo)

UC
2008
Rácios ( % )
Aval./Inscr.
Espaço Culturas e Desenvolvimento37.5
Língua Estrangeira - Inglês B140.0
Temas Actuais em Ciência e Tecnologia50.0
Comunicação e Turismo71.43
Matemática Cultura e Realidade75.0
Evolução das Ideias em Ciência80.0
Tecnologias Artísticas80.0
Pedagogia e Educação ao Longo da Vida81.25
Antropologia Cultural82.61
Projecto de Animação e Intervenção I83.33
Média Global do Curso91.24

UC
2007
Rácios ( % )
Aval./Inscr.
Carteira de Competências0.0
Comunicação Empresarial e Marketing0.0
Design Desenvolvimento e Avaliação de Projectos0.0
TIC em contextos profissionais68.0
Psicologia Social73.68
Língua Estrangeira - Inglês B175.0
Modelos e Metodologias de Animação I75.68
Tecnologias e Comunicação76.92
Trabalho Social: teorias e práticas77.27
Pedagogia e Educação ao Longo da Vida82.14
Média Global do Curso84.57

Tabela 21 - Aprovações/Avaliações (valor mais baixo)

UC
2008
Rácios ( % )
Aprov./Aval.
Cinema e Televisão75.0
Língua Gestual Portuguesa75.0
Estudos Ambientais75.56
Ciência Tecnologia e Sociedade77.78
Comunicação e Turismo80.0
Tecnologias e Comunicação83.33
Trabalho Social: teorias e práticas85.37
Sociologia da Cultura e Interculturalidade86.11
Artes e Património86.49
Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco87.5
Média Global do Curso94.28

UC
2007
Rácios ( % )
Aprov./Aval.
Carteira de Competências0.0
Comunicação Empresarial e Marketing0.0
Design Desenvolvimento e Avaliação de Projectos0.0
História Contemporânea e Cidadania54.84
Artes e Património59.26
Artes Performativas60.0
Sociologia da Cultura e Interculturalidade65.0
Roteiros e Percursos67.65
Estudos Ambientais68.29
Antropologia Cultural69.39
Média Global do Curso86.31

Tabela 22 - Aprovações/Inscrições (valor mais baixo)

UC
2008
Rácios ( % )
Aprov./Inscr.
Espaço Culturas e Desenvolvimento37.5
Língua Estrangeira - Inglês B140.0
Temas Actuais em Ciência e Tecnologia50.0
Comunicação e Turismo57.14
Ciência Tecnologia e Sociedade70.0
Estudos Ambientais70.83
Trabalho Social: teorias e práticas71.43
Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco73.68
Cinema e Televisão75.0
Língua Gestual Portuguesa75.0
Média Global do Curso 86.02

UC
2007
Rácios ( % )
Aprov./Inscr.
Carteira de Competências0.0
Comunicação Empresarial e Marketing0.0
Design Desenvolvimento e Avaliação de Projectos0.0
Sociologia da Cultura e Interculturalidade54.17
História Contemporânea e Cidadania54.84
Artes e Património59.26
Artes Performativas60.0
Roteiros e Percursos67.65
TIC em contextos profissionais68.0
Estudos Ambientais68.29
Média Global do Curso 72.99

Tabela 23 - Indicadores globais (Pré Bolonha)

Ano lectivoConclusõesDesistências

Tabela 24 - Indicadores globais (Pós Bolonha)

Ano lectivoConclusõesDesistências
2008/094618
2007/08169

Parte E - MEDIDAS EM CURSO E/OU PLANEADAS PARA O ANO LECTIVO SEGUINTE, DE APOIO AO SUCESSO ESCOLAR

Parte F - ACÇÕES DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EXTRACURRICULARES

Parte G - INSERÇÃO NA VIDA ACTIVA E EMPREGABILIDADE

Parte Final - CONCLUSÕES