RESUMO
O presente relatório pretende fornecer informações que permitam avaliar os processos concretizados em termos curriculares e pedagógicos no Mestrado em Ensino em Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, no âmbito da concretização dos objectivos do Processo de Bolonha, dando assim resposta ao disposto no art. 66º-A do D.L. nº107/2008 de 25 de Junho.
Este relatório incide sobre o ano lectivo de 2009/10 e o funcionamento do ciclo de estudos elaborado de acordo com o Processo de Bolonha, nomeadamente no que se refere a questões de organização e funcionamento.
A estrutura geral do mestrado em Ensino da Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, através da sua repartição pelas componentes de formação educacional geral, formação na área de docência, formação em didáctica específica e iniciação à prática profissional é um indicador de um sistema baseado no desenvolvimento de competências e a adequação permanente dos métodos de ensino/aprendizagem ao desenvolvimento dessas competências, especificamente relacionadas com o perfil desejável do professor de Educação Visual e Tecnológica nos três ciclos do Ensino Básico.
PARTE A - CARACTERIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DESEJADAS
O curso de Mestrado em Ensino em Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, adaptado ao modelo de Bolonha, iniciou o seu funcionamento, em 2008, como ciclo de estudos conducente ao grau de mestre na especialidade de Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico (Despacho n.º 11 655/2008 de 23 de Abril, DR nº 80 - Série II).PARTE B - CARACTERIZAÇÃO GENÉRICA DO CURSO
O plano de estudos do mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico surge de forma articulada o plano de estudos do mestrado em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico, de acordo com o número 10 do Artigo 16.º do decreto-lei 43/2007, onde se refere que, sempre que uma instituição assegure qualificação para mais de um domínio, a formação nas componentes de Formação educacional geral, Formação cultural, social e ética e Formação em metodologias de investigação educacional e em parte da Iniciação à prática profissional, se destine simultaneamente a estudantes de diferentes domínios de habilitação para a docência, promovendo-se o cruzamento de conhecimentos e práticas de trabalho em colaboração, úteis no desempenho profissional posterior. Para além desta articulação, foram ainda previstos outros cruzamentos em unidades curriculares das restantes áreas de formação, tendo em conta que os dois cursos são de áreas artísticas.Parte B1 - Estrutura do curso
A organização deste ciclo de estudos de Mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico decorre da aplicação da legislação em vigor. Os conteúdos da formação estão expressos no Decreto-Lei n.º 43/2007. No entanto, a organização específica e as linhas orientadoras que a suportam, foram estabelecidas de acordo com os princípios já aprovados e a experiência acumulada desta escola.
Neste plano de estudos foram tidas em conta as orientações legais bem como as recomendações do Conselho Científico, nomeadamente pela utilização do número mínimo de créditos exigidos, quer ao nível global (90 créditos), quer ao nível da maioria das componentes de formação. Considerou-se que a área de docência deveria merecer um pequeno reforço, dada a necessidade de oferecer aos mestrandos não só uma actualização ao nível das técnicas e tecnologias artísticas, como também um contacto com culturas visuais diversificadas, de forma a colmatar formações anteriores pouco ecléticas.
Tendo sido estipulado que a maioria dos créditos da formação profissionalizante deveria ser reservada para o 3º semestre, com vista ao estágio final e à elaboração do relatório, a matriz curricular resultou na acumulação de 22 ECTS para a Prática Profissional a decorrer no referido semestre.
Para cada um dos semestres foi escolhido um tema aglutinador de formação e análise, que estruturou a definição do elenco de unidades curriculares bem como a sua principal orientação. Essas temáticas foram inspiradas pelas dimensões enunciadas no perfil geral de desempenho profissional dos professores dos ensinos básico e secundário: (1) Dimensão profissional, social e ética, (2) Dimensão de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem, (3) Dimensão de participação na escola e de relação com a comunidade e (4) Dimensão de desenvolvimento profissional ao longo da vida.
A formação cultural, social e ética, exigida também pelo Decreto-Lei n.º 43/2007, foi contemplada nas UC’s de Formação Educacional Geral, Didáctica Específica e Prática profissional, mas também na própria área de docência – Educação Visual e Tecnológica – já que constitui por natureza um território de formação cultural.
Formação educacional geral No que respeita aos diferentes domínios nas componentes de formação educacional geral, formação cultural, social e ética, formação em metodologias de investigação educacional, foram incluídas nos mestrado as seguintes UC’s de formação educacional geral: Fundamentos da Acção Pedagógica; Dimensões Socio-históricas da Educação e As TIC em contexto educativo.
Foram também incluídas as seguintes UC's: Seminário de Investigação Educacional; Dinâmicas de Organização e Gestão Educativa ; Contextos Multiculturais e Educação, Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem, Sociologia da Educação e das Organizações Educativas e Teoria e Gestão do Currículo (enquanto integradoras de um leque de UC's Opcionais, escolhidas pelos mestrandos em função do seu projecto educativo).
Formação na área de docência Relativamente à área de docência, foram criadas as UC´s Técnicas e Tecnologias Artísticas e Oficina de Artes Integradas. Com estas UC’s pretende-se contribuir para compensar lacunas anteriores ou expandir o conhecimento de técnicas e tecnologias na área das artes visuais, que não tenham sido desenvolvidas anteriormente. Pretende-se, ainda, contribuir para uma visão integrada das artes e da aprendizagem, favorecendo assim o trabalho em equipas multidisciplinares tal como preconizado no n.º 10 do Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 43/2007. A UC Oficinas de Artes Integradas é de facto uma unidade comum aos dois cursos e funciona com grupos de ambas as áreas.
Formação em didáctica específica
No que respeita à área das didácticas foram criadas 5 UC’s de frequência obrigatória.
-No 1º semestre e sob a temática Os indivíduos e as diversidades Individuais: Processos de Criação e Experimentação Plástica; Metodologias de Apreciação e Interpretação em Artes Visuais.
-No 2º semestre e sob a temática Escola e Comunidade-grupos, públicos e organizações: Arte, Currículo e Integração; Educação Artística, Culturas e Práticas.
-No 3º semestre: Arte, Pensamento e Educação.
O elenco das UC’s que dão corpo à componente de Didáctica da Educação Visual e Tecnológica mostram que as temáticas serão tratadas de forma globalizante, independentemente dos públicos a que o ensino é dirigido. Assim, em vez de se ter optado por separar a formação em UC’s orientadas para os 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, criaram-se UC’s que permitem uma aproximação às diferentes problemáticas do ensino/aprendizagem das artes visuo-plásticas, de análise abrangente no que aos públicos, dos três ciclos do Ensino Básico, diz respeito.
Formação Profissionalizante De acordo com as duas vertentes de prática profissional que correspondem à observação e colaboração em situações de educação e ensino e à prática de ensino supervisionada na sala de aula e na escola, correspondendo esta última ao estágio, objecto de relatório final. No caso concreto deste mestrado, a prática profissional abrange os 3 ciclos do Ensino Básico.
Neste sentido, e novamente tendo em conta as grandes temáticas orientadoras para cada um dos semestres, optou-se por organizar as práticas profissionais da seguinte forma:
- E.V.T. na Escola e em contextos especiais - Observação, colaboração e prática supervisionada num ciclo do Ensino Básico (1º, 2º ou 3º) e participação em projectos educativos em instituições vocacionadas para o apoio a públicos com necessidades educativas especiais (e.g. APPACDM; APPDA);
- E.V.T., Escola e Comunidade – Observação, colaboração e prática supervisionada num ciclo do Ensino Básico (1º, 2º ou 3º) e participação em projectos educativos na comunidade (e.g. Centros de Dia; Colectividades de Cultura e Recreio; Museus; ATL);
- Estágio - Prática supervisionada num ciclo do Ensino Básico (1º, 2º ou 3º) com elaboração de relatório final.
Assim, o plano curricular dos três semestres resulta de grandes temáticas. As UC’s do 1º semestre dão, assim, corpo a questões relacionadas com os processos de criação e experimentação plástica e as metodologias de ensino/aprendizagem nos diferentes domínios da experiência artística. A ESE de Setúbal tem fomentado uma formação assente no desenvolvimento de projectos educativos e é neste sentido que a relação escola/comunidade assume uma importância especial no 2º semestre do mestrado. No que respeita a formação em Educação Visual e Tecnológica, estes projectos constituem-se como pólos atractivos de diferentes áreas disciplinares e têm envolvido alunos, professores e encarregados de educação e a comunidade envolvente. A formação de professores de Educação Visual e Tecnológica na ESE de Setúbal, estimula e priveligia a prática investigativa e o conhecimento de trabalhos científicos nas áreas das aprendizagens e das metodologias em Educação Visual e Tecnológica, das políticas educativas e da organização curricular. O 3º semestre do mestrado vem assim dar continuidade a esta prática investigativa, através de um trabalho de investigação associado ao projecto educativo a desenvolver no estágio.
a) Tabela 1 - Distribuição das horas de trabalho
| UC | Tipo de Aula | Horas Contacto | Semestre | ECTS | Horas Totais | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| T | TP | L | TC | S | OT | E | O | |||||
| MEVT10013 - Arte, Currículo e Integração | 10 | 15 | 20 | 15 | 15 | 5 | - | - | 80 | s | 5 | 135 |
| MEVT20001 - Arte, Pensamento e Educação | 15 | 20 | 10 | - | 15 | 4 | - | - | 64 | s | 4 | 108 |
| MEVT10001 - As TIC em Contexto Educativo | - | 25 | 22 | - | - | 1 | - | - | 48 | s | 3 | 81 |
| MEVT20003 - Carteira de Competências Profissionais | - | 4 | - | - | - | 10 | - | - | 14 | s | 2 | 54 |
| MEVT20004 - Contextos Multiculturais e Educação | 30 | 15 | - | 10 | 5 | 8 | - | - | 68 | s | 4 | 108 |
| MEVT10012 - Dimensões Sócio-históricas da Educação | 20 | 40 | - | - | 20 | 10 | - | - | 90 | s | 5 | 135 |
| MEVT10006 - Dinâmicas de Organização e Gestão Educativa | 20 | 10 | - | - | 7 | 8 | - | - | 45 | s | 3 | 81 |
| MEVT10007 - Educação Artística, Culturas e Práticas | - | 15 | - | 15 | 25 | 3 | - | - | 58 | s | 4 | 108 |
| MEVT10003 - Educação Visual e Tecnológica, Escola e Comunidade | - | 10 | 9 | 30 | 20 | 5 | 15 | - | 89 | s | 7 | 189 |
| MEVT10008 - Educação Visual e Tecnológica na Escola e em Contextos Especiais | - | 10 | 9 | 30 | 20 | 5 | 15 | - | 89 | s | 7 | 189 |
| MEVT20002 - Estágio | - | 30 | - | - | 30 | 10 | 20 | - | 90 | s | 20 | 540 |
| MEVT10009 - Fundamentos da Acção Pedagógica | 20 | 40 | - | - | 20 | 10 | - | - | 90 | s | 5 | 135 |
| MEVT10005 - Metodologias de Observação e Interpretação em Artes Visuais | 25 | 30 | - | 5 | 20 | 4 | - | - | 84 | s | 5 | 135 |
| MEVT10004 - Oficina de Artes Integradas | - | 45 | - | - | - | 3 | - | - | 48 | s | 3 | 81 |
| MEVT10010 - Processos de Criação e Experimentação Plástica | - | 20 | 25 | 5 | 15 | 4 | - | - | 69 | s | 5 | 135 |
| MEVT20005 - Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem | 20 | - | - | - | 10 | 15 | - | - | 45 | s | 4 | 108 |
| MEVT10002 - Seminário de Investigação Educacional | 20 | 9 | - | 10 | 4 | 8 | - | - | 51 | s | 3 | 81 |
| MEVT20006 - Sociologia da Educação e das Organizações Educativas | 25 | 18 | - | - | 6 | 8 | - | - | 57 | s | 4 | 108 |
| MEVT10011 - Técnicas e Tecnologias Artísticas | 10 | 30 | 37 | 9 | - | 4 | - | - | 90 | s | 5 | 135 |
| MEVT20007 - Teoria e Gestão do Currículo | 25 | 30 | - | - | - | 5 | - | - | 60 | s | 4 | 108 |
Fonte: Despacho n.º 11 655/2008 de 23 de Abril (DR nº 80 - Série II)
Parte B2 - Estudantes à entrada
a) Tabela 2 - Estudantes admitidos
| Indicadores | 2009 | 2008 | 2007 |
|---|---|---|---|
| Total de Colocados | 25 | 26 | --- |
b) Proveniência dos estudantes admitidos
Tabela 3 - Proveniência dos estudantes por Concelho
| CONCELHO | Número de Admitido | ||
|---|---|---|---|
| 2009 | 2008 | 2007 | |
| Almada | 3 | 1 | - |
| Barreiro | 3 | - | - |
| Palmela | 5 | 3 | - |
| Sesimbra | 3 | 2 | - |
| Moita | 2 | - | - |
| Seixal | 6 | 1 | - |
| Setúbal | 18 | 16 | - |
| Outros | 7 | - | - |
Tabela 4 - Proveniência dos estudantes por Distrito
| CONCELHO | Número de Admitido | ||
|---|---|---|---|
| 2009 | 2008 | 2007 | |
| Lisboa | 4 | - | - |
| Santarém | 1 | - | - |
| Setúbal | 42 | 24 | - |
| Outros | - | - | - |
Parte B3 - Estudantes inscritos
a) Tabela 5 - Distribuição por anos curriculares
| Ano Curricular | 2009 | 2008 | 2007 | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º Ano | 0 | 0% | 0 | 0% | 0 | 0% |
| 2º Ano | 21 | 100% | 0 | 0% | 0 | 0% |
| Total | 21 | 0 | 0 | |||
b) Gráfico 1 - Distribuição por género
Parte B4 - Mobilidade e Internacionalização
B4.1 Tabela 6 - Mobilidade
Não existem dados disponíveis! Não foi possível encontrar dados que satisfaçam os criterios especificados. Reformule os criteriosB4.2 Tabela 7 - Internacionalização
| 2009 | 2008 | 2007 | |
|---|---|---|---|
| Estudantes Estrangeiros | 0 | 0 | 0 |
| Docentes Estrangeiros | --- | --- | --- |
| Diplomados Estrangeiros | 0 | 0 | 0 |
B4.3 - Parcerias internacionais
PARTE C - CARACTERIZAÇÃO DAS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS
O modelo dos programas das U.C. adoptado na Escola Superior de Educação de Setúbal, mais claro, completo e eficiente nas informações prestadas, tem sido adoptado em todas as UC's existentes. Assim, verifica-se uma tendência para a construção dos programas de uma forma detalhada e completa, com incidência no que se pretende que o estudante desenvolva e o percurso a efectuar para tal.PARTE D - ANÁLISE GLOBAL DOS RESULTADOS
Verifica-se a existência de uma taxa extremamente significativa de sucesso, conjugado com um rácio bastante diminuto de abandono escolar. Determinados valores atípicos, como os existentes na tabela 16, podem ser explicados pela existência de creditações decorridas após as inscrições lectivas, originando uma elevada taxa de mestrandos com equivalência curricular a determinadas UC's e deste modo alterar os rácios aqui existentes.Parte D1 - Resultados Académicos
a) Indicadores de sucesso global por ano lectivo, por ano curricular e por UC/Módulo
Tabela 8 - 1º Ano
| 2009 | 2008 | 2007 | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Educação Visual e Tecnológica, Escola e Comunidade | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 95.83 | 95.83 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Técnicas e Tecnologias Artísticas | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 95.83 | 95.83 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Seminário de Investigação Educacional | 24 | 87.5 | 87.5 | 100.0 | 24 | 91.67 | 91.67 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Processos de Criação e Experimentação Plástica | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 95.83 | 95.83 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| As TIC em Contexto Educativo | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 95.83 | 95.83 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Arte, Currículo e Integração | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 100.0 | 95.83 | 95.83 | --- | --- | --- | --- |
| Fundamentos da Acção Pedagógica | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 95.83 | 95.83 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Dinâmicas de Organização e Gestão Educativa | 24 | 66.67 | 66.67 | 100.0 | 24 | 58.33 | 54.17 | 92.86 | --- | --- | --- | --- |
| Oficina de Artes Integradas | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 95.83 | 95.83 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Educação Artística, Culturas e Práticas | 23 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| Dimensões Sócio-históricas da Educação | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 83.33 | 83.33 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Metodologias de Observação e Interpretação em Artes Visuais | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 24 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Educação Visual e Tecnológica na Escola e em Contextos Especiais | 23 | 52.17 | 52.17 | 100.0 | 24 | 12.5 | 12.5 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| 1º ano | 310 | 92.9 | 92.9 | 100.0 | 288 | 85.07 | 84.38 | 99.18 | --- | --- | --- | --- |
Tabela 9 - 2º Ano
| 2009 | 2008 | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Arte, Pensamento e Educação | 23 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Carteira de Competências Profissionais | 23 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Estágio | 23 | 91.3 | 91.3 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| 2º ano | 69 | 97.1 | 97.1 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
Tabela 10 - Global
| 2009 | 2008 | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Global | 379 | 93.67 | 93.67 | 100.0 | 288 | 85.07 | 84.38 | 99.18 |
b) Tabela 11 - Retenções e abandono escolar
| 2009 | 2008 | |||
|---|---|---|---|---|
| Retenção no 1º ano | -- | -- | -- | -- |
| Abandono Escolar | 19 | 30,65% | 25 | 52,08% |
c) Tabela 12 - Indicadores de eficácia global:
| Indicadores | 2009 | 2008 |
|---|---|---|
| Total de Diplomados | 0 | 0 |
| Diplomados em < N anos/Total de Diplomados (1) | 0 | 0 |
| Diplomados em N anos/Total de Diplomados | 0 | 0 |
| Diplomados em N + 1 anos/Total de Diplomados | 0 | 0 |
| Diplomados em N + 2 anos/Total de Diplomados | 0 | 0 |
| Diplomados em > N + 2 anos/Total de Diplomados | 0 | 0 |
Parte D2 - Outros Indicadores Relevantes
Parte D3 - Percepção dos estudantes sobre o processo de Ensino/Aprendizagem
PARTE E - MEDIDAS DE APOIO AO SUCESSO ESCOLAR
Identifica-se a necessidade de rever as horas de contacto e processos de trabalho nas Unidades Curriculares de Técnicas e Tecnologias Artísticas e Educação Visual e Tecnológica, Escola e Comunidade, pela manifesta desadequação para a aquisição das competências visadas.PARTE F - ACÇÕES DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EXTRACURRICULARES
Em virtude da quase totalidade dos mestrandos, a frequentar o curso ,se encontrarem inseridos profissionalmente em escolas do 2º Ciclo do Ensino Básico, não se implementaram, no ano lectivo a que se refere o presente relatório, acções de apoio ao desenvolvimento de competências extracurriculares por não se afigurarem relevantes para o público alvo.PARTE G - INSERÇÃO NA VIDA ACTIVA E EMPREGABILIDADE
PARTE FINAL - CONCLUSÕES E PROPOSTAS DE MELHORIA
Este breve relatório pode constituir um pequeno primeiro passo para, o mais brevemente possível, docentes e estudantes, em conjunto, reflectirem sobre o vivido e avaliar práticas.