Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal

Relatório de Execução do Processo de Bolonha 2009-2010

Mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico

RESUMO

O presente relatório pretende fornecer informações que permitam avaliar os processos concretizados em termos curriculares e pedagógicos no Mestrado em Ensino em Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, no âmbito da concretização dos objectivos do Processo de Bolonha, dando assim resposta ao disposto no art. 66º-A do D.L. nº107/2008 de 25 de Junho.
Este relatório incide sobre o ano lectivo de 2009/10 e o funcionamento do ciclo de estudos elaborado de acordo com o Processo de Bolonha, nomeadamente no que se refere a questões de organização e funcionamento.
A estrutura geral do mestrado em Ensino da Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, através da sua repartição pelas componentes de formação educacional geral, formação na área de docência, formação em didáctica específica e iniciação à prática profissional é um indicador de um sistema baseado no desenvolvimento de competências e a adequação permanente dos métodos de ensino/aprendizagem ao desenvolvimento dessas competências, especificamente relacionadas com o perfil desejável do professor de Educação Visual e Tecnológica nos três ciclos do Ensino Básico.

PARTE A - CARACTERIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DESEJADAS

O curso de Mestrado em Ensino em Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, adaptado ao modelo de Bolonha, iniciou o seu funcionamento, em 2008, como ciclo de estudos conducente ao grau de mestre na especialidade de Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico (Despacho n.º 11 655/2008 de 23 de Abril, DR nº 80 - Série II).
O curso de Mestrado em ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico assume-se, assim, com a finalidade múltipla de:
- Formar novos profissionais para o ensino da Educação Visual e Tecnológica nos três Ciclos do Ensino Básico;
- Requalificar profissionais no activo para os três ciclos do ensino básico;
- Qualificar academicamente profissionais de Educação Visual e Tecnológica no activo e outros profissionais nas áreas das artes visuais e design .
O plano de estudos em vigor organiza-se em função de um referencial de competências previamente definido, que se estrutura em competências gerais, comuns a todos os estudantes desta escola, e em competências específicas, directamente relacionadas com o perfil específico de desempenho profissional do professor de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico, e integra as dimensões enunciadas no perfil geral de desempenho profissional de educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário nas quatro dimensões que ele descreve:
(1) Dimensão profissional, social e ética;
(2) Dimensão de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem;
(3) Dimensão de participação na escola e de relação com a comunidade;
(4) Dimensão de desenvolvimento profissional ao longo da vida.

PARTE B - CARACTERIZAÇÃO GENÉRICA DO CURSO

O plano de estudos do mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico surge de forma articulada o plano de estudos do mestrado em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico, de acordo com o número 10 do Artigo 16.º do decreto-lei 43/2007, onde se refere que, sempre que uma instituição assegure qualificação para mais de um domínio, a formação nas componentes de Formação educacional geral, Formação cultural, social e ética e Formação em metodologias de investigação educacional e em parte da Iniciação à prática profissional, se destine simultaneamente a estudantes de diferentes domínios de habilitação para a docência, promovendo-se o cruzamento de conhecimentos e práticas de trabalho em colaboração, úteis no desempenho profissional posterior. Para além desta articulação, foram ainda previstos outros cruzamentos em unidades curriculares das restantes áreas de formação, tendo em conta que os dois cursos são de áreas artísticas.
Como objectivos gerais de formação para o público destinado, pretende-se:
-Formar professores de Educação Visual e Tecnológica para os 3 ciclos do ensino básico com competência científica, artística e pedagógica;
-Formar profissionais com competências comunicativas e relacionais capazes de trabalhar com diferentes públicos e em diferentes contextos;
-Formar profissionais com espírito empreendedor e com capacidade de implementar e desenvolver projectos originais na escola e na comunidade;
-Formar profissionais com competências de trabalho autónomo e de autoformação capazes de integrar equipas diversificadas de trabalho;
-Formar profissionais com competências investigativas e de reflexão crítica, com vista à constante melhoria dos seus desempenhos e das suas práticas.

Parte B1 - Estrutura do curso

A organização deste ciclo de estudos de Mestrado em Ensino de Educação Visual e Tecnológica no Ensino Básico decorre da aplicação da legislação em vigor. Os conteúdos da formação estão expressos no Decreto-Lei n.º 43/2007. No entanto, a organização específica e as linhas orientadoras que a suportam, foram estabelecidas de acordo com os princípios já aprovados e a experiência acumulada desta escola.

Neste plano de estudos foram tidas em conta as orientações legais bem como as recomendações do Conselho Científico, nomeadamente pela utilização do número mínimo de créditos exigidos, quer ao nível global (90 créditos), quer ao nível da maioria das componentes de formação. Considerou-se que a área de docência deveria merecer um pequeno reforço, dada a necessidade de oferecer aos mestrandos não só uma actualização ao nível das técnicas e tecnologias artísticas, como também um contacto com culturas visuais diversificadas, de forma a colmatar formações anteriores pouco ecléticas.

Tendo sido estipulado que a maioria dos créditos da formação profissionalizante deveria ser reservada para o 3º semestre, com vista ao estágio final e à elaboração do relatório, a matriz curricular resultou na acumulação de 22 ECTS para a Prática Profissional a decorrer no referido semestre.
Para cada um dos semestres foi escolhido um tema aglutinador de formação e análise, que estruturou a definição do elenco de unidades curriculares bem como a sua principal orientação. Essas temáticas foram inspiradas pelas dimensões enunciadas no perfil geral de desempenho profissional dos professores dos ensinos básico e secundário: (1) Dimensão profissional, social e ética, (2) Dimensão de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem, (3) Dimensão de participação na escola e de relação com a comunidade e (4) Dimensão de desenvolvimento profissional ao longo da vida.

A formação cultural, social e ética, exigida também pelo Decreto-Lei n.º 43/2007, foi contemplada nas UC’s de Formação Educacional Geral, Didáctica Específica e Prática profissional, mas também na própria área de docência – Educação Visual e Tecnológica – já que constitui por natureza um território de formação cultural.

Formação educacional geral No que respeita aos diferentes domínios nas componentes de formação educacional geral, formação cultural, social e ética, formação em metodologias de investigação educacional, foram incluídas nos mestrado as seguintes UC’s de formação educacional geral: Fundamentos da Acção Pedagógica; Dimensões Socio-históricas da Educação e As TIC em contexto educativo.

Foram também incluídas as seguintes UC's: Seminário de Investigação Educacional; Dinâmicas de Organização e Gestão Educativa ; Contextos Multiculturais e Educação, Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem, Sociologia da Educação e das Organizações Educativas e Teoria e Gestão do Currículo (enquanto integradoras de um leque de UC's Opcionais, escolhidas pelos mestrandos em função do seu projecto educativo).

Formação na área de docência Relativamente à área de docência, foram criadas as UC´s Técnicas e Tecnologias Artísticas e Oficina de Artes Integradas. Com estas UC’s pretende-se contribuir para compensar lacunas anteriores ou expandir o conhecimento de técnicas e tecnologias na área das artes visuais, que não tenham sido desenvolvidas anteriormente. Pretende-se, ainda, contribuir para uma visão integrada das artes e da aprendizagem, favorecendo assim o trabalho em equipas multidisciplinares tal como preconizado no n.º 10 do Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 43/2007. A UC Oficinas de Artes Integradas é de facto uma unidade comum aos dois cursos e funciona com grupos de ambas as áreas.

Formação em didáctica específica No que respeita à área das didácticas foram criadas 5 UC’s de frequência obrigatória.
-No 1º semestre e sob a temática Os indivíduos e as diversidades Individuais: Processos de Criação e Experimentação Plástica; Metodologias de Apreciação e Interpretação em Artes Visuais.
-No 2º semestre e sob a temática Escola e Comunidade-grupos, públicos e organizações: Arte, Currículo e Integração; Educação Artística, Culturas e Práticas.
-No 3º semestre: Arte, Pensamento e Educação.

O elenco das UC’s que dão corpo à componente de Didáctica da Educação Visual e Tecnológica mostram que as temáticas serão tratadas de forma globalizante, independentemente dos públicos a que o ensino é dirigido. Assim, em vez de se ter optado por separar a formação em UC’s orientadas para os 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, criaram-se UC’s que permitem uma aproximação às diferentes problemáticas do ensino/aprendizagem das artes visuo-plásticas, de análise abrangente no que aos públicos, dos três ciclos do Ensino Básico, diz respeito.

Formação Profissionalizante De acordo com as duas vertentes de prática profissional que correspondem à observação e colaboração em situações de educação e ensino e à prática de ensino supervisionada na sala de aula e na escola, correspondendo esta última ao estágio, objecto de relatório final. No caso concreto deste mestrado, a prática profissional abrange os 3 ciclos do Ensino Básico.

Neste sentido, e novamente tendo em conta as grandes temáticas orientadoras para cada um dos semestres, optou-se por organizar as práticas profissionais da seguinte forma:
- E.V.T. na Escola e em contextos especiais - Observação, colaboração e prática supervisionada num ciclo do Ensino Básico (1º, 2º ou 3º) e participação em projectos educativos em instituições vocacionadas para o apoio a públicos com necessidades educativas especiais (e.g. APPACDM; APPDA);
- E.V.T., Escola e Comunidade – Observação, colaboração e prática supervisionada num ciclo do Ensino Básico (1º, 2º ou 3º) e participação em projectos educativos na comunidade (e.g. Centros de Dia; Colectividades de Cultura e Recreio; Museus; ATL);
- Estágio - Prática supervisionada num ciclo do Ensino Básico (1º, 2º ou 3º) com elaboração de relatório final.

Assim, o plano curricular dos três semestres resulta de grandes temáticas. As UC’s do 1º semestre dão, assim, corpo a questões relacionadas com os processos de criação e experimentação plástica e as metodologias de ensino/aprendizagem nos diferentes domínios da experiência artística. A ESE de Setúbal tem fomentado uma formação assente no desenvolvimento de projectos educativos e é neste sentido que a relação escola/comunidade assume uma importância especial no 2º semestre do mestrado. No que respeita a formação em Educação Visual e Tecnológica, estes projectos constituem-se como pólos atractivos de diferentes áreas disciplinares e têm envolvido alunos, professores e encarregados de educação e a comunidade envolvente. A formação de professores de Educação Visual e Tecnológica na ESE de Setúbal, estimula e priveligia a prática investigativa e o conhecimento de trabalhos científicos nas áreas das aprendizagens e das metodologias em Educação Visual e Tecnológica, das políticas educativas e da organização curricular. O 3º semestre do mestrado vem assim dar continuidade a esta prática investigativa, através de um trabalho de investigação associado ao projecto educativo a desenvolver no estágio.

a) Tabela 1 - Distribuição das horas de trabalho

UCTipo de Aula Horas ContactoSemestreECTSHoras Totais
TTPLTCSOTEO
MEVT10013 - Arte, Currículo e Integração 10 15 20 15 15 5 - - 80s5135
MEVT20001 - Arte, Pensamento e Educação 15 20 10 - 15 4 - - 64s4108
MEVT10001 - As TIC em Contexto Educativo - 25 22 - - 1 - - 48s381
MEVT20003 - Carteira de Competências Profissionais - 4 - - - 10 - - 14s254
MEVT20004 - Contextos Multiculturais e Educação 30 15 - 10 5 8 - - 68s4108
MEVT10012 - Dimensões Sócio-históricas da Educação 20 40 - - 20 10 - - 90s5135
MEVT10006 - Dinâmicas de Organização e Gestão Educativa 20 10 - - 7 8 - - 45s381
MEVT10007 - Educação Artística, Culturas e Práticas - 15 - 15 25 3 - - 58s4108
MEVT10003 - Educação Visual e Tecnológica, Escola e Comunidade - 10 9 30 20 5 15 - 89s7189
MEVT10008 - Educação Visual e Tecnológica na Escola e em Contextos Especiais - 10 9 30 20 5 15 - 89s7189
MEVT20002 - Estágio - 30 - - 30 10 20 - 90s20540
MEVT10009 - Fundamentos da Acção Pedagógica 20 40 - - 20 10 - - 90s5135
MEVT10005 - Metodologias de Observação e Interpretação em Artes Visuais 25 30 - 5 20 4 - - 84s5135
MEVT10004 - Oficina de Artes Integradas - 45 - - - 3 - - 48s381
MEVT10010 - Processos de Criação e Experimentação Plástica - 20 25 5 15 4 - - 69s5135
MEVT20005 - Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem 20 - - - 10 15 - - 45s4108
MEVT10002 - Seminário de Investigação Educacional 20 9 - 10 4 8 - - 51s381
MEVT20006 - Sociologia da Educação e das Organizações Educativas 25 18 - - 6 8 - - 57s4108
MEVT10011 - Técnicas e Tecnologias Artísticas 10 30 37 9 - 4 - - 90s5135
MEVT20007 - Teoria e Gestão do Currículo 25 30 - - - 5 - - 60s4108

Fonte: Despacho n.º 11 655/2008 de 23 de Abril (DR nº 80 - Série II)

Parte B2 - Estudantes à entrada

a) Tabela 2 - Estudantes admitidos

Indicadores200920082007
Total de Colocados2526---

b) Proveniência dos estudantes admitidos

Tabela 3 - Proveniência dos estudantes por Concelho

CONCELHONúmero de Admitido
200920082007
Almada31-
Barreiro3--
Palmela53-
Sesimbra32-
Moita2--
Seixal61-
Setúbal1816-
Outros7--

Tabela 4 - Proveniência dos estudantes por Distrito

CONCELHONúmero de Admitido
200920082007
Lisboa4--
Santarém1--
Setúbal4224-
Outros---

Parte B3 - Estudantes inscritos

a) Tabela 5 - Distribuição por anos curriculares

Ano Curricular200920082007
1º Ano00%00%00%
2º Ano21100%00%00%
Total2100

b) Gráfico 1 - Distribuição por género

Parte B4 - Mobilidade e Internacionalização

B4.1 Tabela 6 - Mobilidade

Não existem dados disponíveis! Não foi possível encontrar dados que satisfaçam os criterios especificados. Reformule os criterios

B4.2 Tabela 7 - Internacionalização

200920082007
Estudantes Estrangeiros000
Docentes Estrangeiros---------
Diplomados Estrangeiros000

B4.3 - Parcerias internacionais

PARTE C - CARACTERIZAÇÃO DAS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS

O modelo dos programas das U.C. adoptado na Escola Superior de Educação de Setúbal, mais claro, completo e eficiente nas informações prestadas, tem sido adoptado em todas as UC's existentes. Assim, verifica-se uma tendência para a construção dos programas de uma forma detalhada e completa, com incidência no que se pretende que o estudante desenvolva e o percurso a efectuar para tal.
As abordagens pedagógicas, face a Bolonha, devem contemplar não só o contacto presencial entre estudante-docente como também o trabalho autónomo do estudante. Este trabalho autónomo e o seu acompanhamento é evidente na utilização significativamente elevada da comunicação electrónica, via e-mail, fóruns ou chat's, verificado na tabela 8. Destaca-se também a a taxa elevada e significativa de aplicação de orientação tutória, acima dos 80%.
Sendo um curso criado de raiz face ao modelo de Bolonha, não se registam mais dados relevantes da adequação deste processo, pela impossibilidade e inexistência de referências comparativas.

PARTE D - ANÁLISE GLOBAL DOS RESULTADOS

Verifica-se a existência de uma taxa extremamente significativa de sucesso, conjugado com um rácio bastante diminuto de abandono escolar. Determinados valores atípicos, como os existentes na tabela 16, podem ser explicados pela existência de creditações decorridas após as inscrições lectivas, originando uma elevada taxa de mestrandos com equivalência curricular a determinadas UC's e deste modo alterar os rácios aqui existentes.
Os rácios existentes na tabela 17 denotam uma taxa de aprovação substancialmente elevada, como se pode comprovar pelos rácios mais baixos na ordem dos 93% de mestrandos aprovados, o que é consistente com um processo de aquisição de competências evolutivo, contínuo e ainda assim, extremamente exigente.

Parte D1 - Resultados Académicos

a) Indicadores de sucesso global por ano lectivo, por ano curricular e por UC/Módulo

Tabela 8 - 1º Ano

2009 2008 2007
Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av
Educação Visual e Tecnológica, Escola e Comunidade 24100.0100.0100.0 2495.8395.83100.0 --- --- --- ---
Técnicas e Tecnologias Artísticas 24100.0100.0100.0 2495.8395.83100.0 --- --- --- ---
Seminário de Investigação Educacional 2487.587.5100.0 2491.6791.67100.0 --- --- --- ---
Processos de Criação e Experimentação Plástica 24100.0100.0100.0 2495.8395.83100.0 --- --- --- ---
As TIC em Contexto Educativo 24100.0100.0100.0 2495.8395.83100.0 --- --- --- ---
Arte, Currículo e Integração 24100.0100.0100.0 24100.095.8395.83 --- --- --- ---
Fundamentos da Acção Pedagógica 24100.0100.0100.0 2495.8395.83100.0 --- --- --- ---
Dinâmicas de Organização e Gestão Educativa 2466.6766.67100.0 2458.3354.1792.86 --- --- --- ---
Oficina de Artes Integradas 24100.0100.0100.0 2495.8395.83100.0 --- --- --- ---
Educação Artística, Culturas e Práticas 23100.0100.0100.0 --- --- --- --- --- --- --- ---
Dimensões Sócio-históricas da Educação 24100.0100.0100.0 2483.3383.33100.0 --- --- --- ---
Metodologias de Observação e Interpretação em Artes Visuais 24100.0100.0100.0 24100.0100.0100.0 --- --- --- ---
Educação Visual e Tecnológica na Escola e em Contextos Especiais 2352.1752.17100.0 2412.512.5100.0 --- --- --- ---
1º ano 31092.992.9100.0 28885.0784.3899.18 --- --- --- ---

Tabela 9 - 2º Ano

2009 2008
Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av
Arte, Pensamento e Educação 23100.0100.0100.0 --- --- --- ---
Carteira de Competências Profissionais 23100.0100.0100.0 --- --- --- ---
Estágio 2391.391.3100.0 --- --- --- ---
2º ano 6997.197.1100.0 --- --- --- ---

Tabela 10 - Global

2009 2008
Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av Inscrições Av/In Ap/In Ap/Av
Global 37993.6793.67100.0 28885.0784.3899.18

b) Tabela 11 - Retenções e abandono escolar

20092008
Retenção no 1º ano--------
Abandono Escolar1930,65%2552,08%

c) Tabela 12 - Indicadores de eficácia global:

Indicadores20092008
Total de Diplomados00
Diplomados em < N anos/Total de Diplomados (1) 0 0
Diplomados em N anos/Total de Diplomados 0 0
Diplomados em N + 1 anos/Total de Diplomados 0 0
Diplomados em N + 2 anos/Total de Diplomados 0 0
Diplomados em > N + 2 anos/Total de Diplomados 0 0
(1)Estudantes que concluiram a licenciatura em menos que N anos, derivado de processos de equivalência.

Parte D2 - Outros Indicadores Relevantes

Parte D3 - Percepção dos estudantes sobre o processo de Ensino/Aprendizagem

PARTE E - MEDIDAS DE APOIO AO SUCESSO ESCOLAR

Identifica-se a necessidade de rever as horas de contacto e processos de trabalho nas Unidades Curriculares de Técnicas e Tecnologias Artísticas e Educação Visual e Tecnológica, Escola e Comunidade, pela manifesta desadequação para a aquisição das competências visadas.
Nalgumas UC's, a componente prática do trabalho deve ser ponderada em relação à carga atribuída às componentes teórico e teórico-práticas, com vista a uma maior equidade.
O modelo de acompanhamento tutorial deve ser avaliado, bem como a sua aplicação em todas as UC's, por forma a uniformizar e adequar a tutoria, permitindo também definir as formas mais eficientes de aplicação.

PARTE F - ACÇÕES DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EXTRACURRICULARES

Em virtude da quase totalidade dos mestrandos, a frequentar o curso ,se encontrarem inseridos profissionalmente em escolas do 2º Ciclo do Ensino Básico, não se implementaram, no ano lectivo a que se refere o presente relatório, acções de apoio ao desenvolvimento de competências extracurriculares por não se afigurarem relevantes para o público alvo.

PARTE G - INSERÇÃO NA VIDA ACTIVA E EMPREGABILIDADE

PARTE FINAL - CONCLUSÕES E PROPOSTAS DE MELHORIA

Este breve relatório pode constituir um pequeno primeiro passo para, o mais brevemente possível, docentes e estudantes, em conjunto, reflectirem sobre o vivido e avaliar práticas.
Relativamente a propostas de acções de melhoria, e de acordo com as opiniões expressas pelos mestrandos, regista-se a necessidade de (i) adequar os conteúdos de algumas U.C. ao perfil de competências traçado e às exigências dos desempenhos profissionais e (ii) reflectir sobre processos de trabalho que permitam um melhor desempenho e valorização dos mestrandos.
São muitas as limitações deste relatório, nomeadamente as que advêm do constrangimento relativo ao tempo disponível para a concepção de uma estratégia de avaliação alargada a todos os cursos; para a construção e validação de instrumentos de recolha de dados e delineamento do procedimento metodológico que permitisse uma abordagem compreensiva e qualitativa, apoiada por dados de carácter quantitativo.