RESUMO
De acordo com o art.º 66-A do Decreto-lei nº 107 de 2008 foi elaborado um Relatório anual onde se reflectiu sobre a concretização do Processo de Bolonha relativamente ao curso de Licenciatura em Animação e Intervenção Sociocultural.
Este curso foi criado pelas Portarias nº 841/2004, de 16 de Julho (I Série-B), e nº 224/2005, de 24 de Fevereiro (I Série-B), e mais recentemente o seu plano de estudos foi revisto com a Portaria nº /2009. O perfil de saída do curso, tal como tem sido apresentado nessas portarias, pretende situar-se na encruzilhada entre as profissões da Animação Sociocultural e as profissões do Trabalho Social, mobilizando-se para tal a dupla marca de “animação” e de “intervenção” que está presente na designação já adoptada.
Esta opção justifica-se por dois tipos de razões, uma mais ligada ao campo da formação, a outra ao campo da profissão.
A nível europeu co-existem formações e inserções profissionais nos domínios da Pedagogia Social/ Ciências da Educação, do Trabalho Social / Serviço Social e da Animação Sociocultural, sendo vulgar, no entanto, que um dado país não apresente uma destas formações e/ou desses campos profissionais ou que a designação profissional atribuída a funções ou desempenhos de tipo idêntico não seja a mesma em diferentes países.
Em contrapartida, no contexto português têm co-existido as três formações sendo a de animador sociocultural a que tem apresentado carácter mais “politécnico” e aquela que até mais tarde se manteve associada a um nível de formação de bacharelato.
Relativamente ao campo da profissão, deverá ser salientado que as significativas transformações que actualmente ocorrem quer nas sociedades globais, quer nas funções sociais dos estados, têm vindo a ter profundos reflexos quer no perfil das instituições que “empregam” muitos dos profissionais da animação e do trabalho social, bem como no financiamento dos seus programas e projectos, nacionais e internacionais, quer ainda nas políticas de emprego, modalidades de gestão dos recursos humanos e estatutos profissionais (contratos, desempenhos, hierarquias funcionais, qualificações exigíveis, …) provocando uma modificação das funções tradicionalmente desempenhadas por estes profissionais.
São estas questões que justificam, a nosso ver, o perfil de saída deste curso de Animação e Intervenção Sociocultural, situando-o na encruzilhada entre as profissões da Animação Sociocultural e as profissões do Trabalho Social.
Pretende-se que os desempenhos profissionais dos seus diplomados possam articular uma formação prática com a capacidade de “ler” as estruturas e mudanças sociais, de fazer o diagnóstico das situações e construir soluções adequadas a / e com os grupos e indivíduos com quem interagem, quer apoiando-os no seu desenvolvimento, quer mediando-os no acesso aos serviços e programas/ politicas sociais.
Com efeito, a Animação Sociocultural é um campo de intervenção reconhecido internacionalmente e que a UNESCO em 1982 definia como “um conjunto de práticas sociais que têm por finalidade estimular a iniciativa e a participação das comunidades no processo do seu próprio desenvolvimento e na dinâmica global da vida sociopolítica em que estão integrados”. Perspectiva semelhante está presente em diversos autores, nomeadamente, Ander-Egg (2000), para quem a animação é um “conjunto de técnicas sociais que, baseadas numa pedagogia participativa, têm por finalidade promover práticas e actividades voluntárias que, com a participação activa das pessoas, se desenvolvem no seio de um grupo ou comunidade determinada e se manifestam nos diferentes campos das actividades socioculturais, visando o desenvolvimento da qualidade de vida”.
Paralelamente, uma das definições adoptadas internacionalmente para o Trabalho Social foi produzida pela Federação Internacional dos Trabalhadores Sociais (2000): “A profissão de trabalho social promove a mudança social, a resolução de problemas de relações humanas e o fortalecimento e promoção da liberdade da população para implementar o bem-estar. Resume-se portanto a dois conceitos básicos, fundamentais:
- Intervenção social na e com a comunidade
- Educação para a cidadania.
PROPOSTAS DE ACÇÕES DE MELHORIA
De acordo com as orientações da Unidade para a Avaliação e a Qualidade do Instituto Politécnico de Setúbal (UNIQUA-IPS), e dada a ausência de informação mais actualizada, este Relatório mantém as principais propostas já apresentadas há um ano. Assim, pretende-se ccontinuaremos a trilhar um processo de mudança que permita:
- Proporcionar aos estudantes um melhor conhecimento do perfil de competências previstas no curso, bem como rever em algumas UC´s programas e metodologias de aprendizagem com vista a melhor se atingirem tais competências;
- Evitar que um mesmo docente seja responsável e leccione um número alargado e diversificado de UC´s do curso;
- Promover, em particular nalgumas UC´s, um maior equilíbrio entre aulas teóricas, práticas e teórico-práticas, evitando, sempre que possível, que as mesmas tenham um carácter predominantemente teórico;
- Reavaliar a pertinência dos conteúdos de algumas UC´s promovendo o reforço da sua adequação ao perfil de competências enunciado e às exigências dos desempenhos profissionais, do mercado de trabalho e do quadro deontológico;
- Articular de forma mais profunda as várias UC´s do Plano de estudos com vista a evitar repetições / sobreposição de temas, garantindo antes uma complementaridade dos mesmos;
- Articular de forma adequada o trabalho desenvolvido nas várias UC´s de forma a evitar uma desnecessária multiplicação de provas de avaliação/ trabalhos a desenvolver pelos estudantes e/ou uma sobreposição de provas de avaliação;
- Garantir uma efectiva articulação de trabalho dos docentes nas UC´s em que existe co-docência;
- Aferir de forma mais adequada os processos de avaliação, nomeadamente quanto aos trabalhos individuais e de grupo, bem como precisar mais objectivamente o peso das sessões presenciais na avaliação contínua;
- Evitar que existam demasiados "furos" nos horários dos estudantes, bem como adaptar os horários das aulas aos dos transportes colectivos (autocarro e comboio);
- Reavaliar, com a participação alargada de docentes e estudantes, a estrutura curricular do curso, tentando melhorar a sua adequação aos desafios com que se confrontam os profissionais.
PARTE A - CARACTERIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DESEJADAS
Tendo como suporte a utilização de teorias sobre o comportamento humano e os sistemas sociais e como metodologias de intervenção social as específicas para o trabalho em áreas e com pessoas em situação de risco de exclusão social, os princípios dos Direitos Humanos e da Justiça Social são fundamentais e estão sempre presentes.
Neste sentido, são habitualmente reconhecidos como objectivos da Animação em Intervenção Social, os seguintes:
- Facilitar a inclusão de grupos de pessoas marginalizadas, socialmente excluídas, vulneráveis ou em risco;
- Lutar contra as barreiras, iniquidades, desigualdades e injustiças que existem na sociedade;
- Assistir e mobilizar indivíduos, famílias, grupos e comunidades para aumentar o seu bem-estar e a sua capacidade própria para solucionar os problemas com que se deparam;
- Fomentar o compromisso das comunidades com a defesa de princípios ou aspectos pertinentes internacionais, locais, nacionais e regionais;
- Trabalhar pela protecção das pessoas que não estão em condições de o fazer por si próprias (crianças e jovens que necessitam de cuidados específicos, pessoas que sofrem de enfermidades ou perturbações mentais), dentro dos parâmetros da legislação e da ética.
Tendo em conta estas considerações, definiu-se um conjunto de competências a desenvolver na formação, que deu forma e conteúdo ao plano de estudos do curso e que são especificamente as seguintes: - Domina conhecimentos de várias áreas do saber que permitem a compreensão da complexidade dos contextos e processos que regem a vida das comunidades, grupos e indivíduos;
- Revela conhecimentos no âmbito das várias ciências sociais e humanas;
- Mobiliza estes conhecimentos na compreensão de problemáticas e contextos particulares no âmbito da Animação Sociocultural e do Trabalho / Intervenção Social;
- Conhece e compreende a genealogia dos processos históricos de consolidação do campo das instituições e das profissões nos domínios da Animação Sociocultural e da Intervenção Social e problematiza o seu desenvolvimento;
- Conhece os processos e situações historicamente vividas em Portugal;
- Conhece os processos vividos e os modelos desenvolvidos noutros países, nomeadamente da União Europeia;
- Conhece e problematiza as políticas de bem-estar social e a legislação que sustenta os processos de animação e intervenção sociocultural;
- Problematiza a diversidade dos seus desenvolvimentos possíveis no quadro das políticas nacionais e das Iniciativas Comunitárias;
- Conhece e mobiliza os fundamentos pedagógicos, psicológicos, sociológicos e antropológicos que estão na base dos processos de trabalho característicos da animação e da intervenção sociocultural;
- Utiliza procedimentos e técnicas de animação sociocultural para a intervenção, a mediação e a análise das realidades pessoal, familiar, comunitária ou de grupo;
- Domina técnicas concretas de animação sociocultural e comunitária (dinâmica de grupos, motivação, negociação, assertividade, etc.);
- Identifica e diagnostica os factores mais comuns de crise ou conflito no seio da família, grupo ou comunidade e desenvolve estratégias de mediação entre os seus elementos;
- Utiliza técnicas de detecção e prevenção de situações de exclusão e/ou descriminação que dificultem a inserção social e profissional de indivíduos e grupos;
- Concebe, utiliza e avalia instrumentos e/ou recursos e materiais de animação e intervenção sociocultural; - Utiliza e avalia o uso das novas tecnologias na animação e intervenção sociocultural;
- Conhece teorias e metodologias mobilizáveis na caracterização e diagnóstico de situações e contextos de animação e intervenção sociocultural;
- Identifica fontes de informação, recolhe e analisa dados de fontes e de tipos diferentes;
- Revela capacidades de questionamento dos contextos e dos saberes, nomeadamente no âmbito do estudo dos processos de animação sociocultural e intervenção comunitária;
- Articula e integra adequadamente informações teóricas de diferentes inserções disciplinares com dados de natureza empírica;
- Demonstra capacidade para trabalhar com e valorizar as pessoas, famílias, grupos, organizações e comunidades, as suas necessidades e circunstâncias;
- Procura conhecer os estádios evolutivos das populações, indivíduos e grupos com que trabalha;
- Cria relações empáticas, incita à participação e à acção, renovando o gosto pela vida e transmitindo o gosto pela luta e a perseverança nas situações complexas e difíceis;
- Manifesta confiança nas capacidades das pessoas para mudarem as situações e serem protagonistas da sua própria promoção social e cultural;
- Ajuda o indivíduo, grupo ou comunidade a expressar os seus pontos de vista, a identificar as suas próprias necessidades, a definir e propor um objectivo, a concretizar decisões e a avaliá-las;
- Cuida que o grupo, organização ou comunidade se mantenha fiel aos seus objectivos e procura garantir a união entre os seus membros Concebe, organiza e gere, individualmente e em equipa, pequenos projectos de animação sociocultural (de animação e tempo livre, de intervenção comunitária, de lazer, de inclusão social, …);
- Conhece o funcionamento, as modalidades de gestão e o enquadramento legal de instituições públicas e privadas de animação e intervenção sociocultural;
- Implementa programas e estratégias de intervenção sociocultural em diferentes campos de trabalho;
- Concebe e implementa projectos de animação de índole ocupacional ou formativa, de desenvolvimento pessoal ou comunitário e de inclusão ou integração, adequados aos indivíduos e/ou contextos;
- Incorpora os recursos sociais, institucionais, pessoais e materiais disponíveis para levar a cabo o trabalho num determinado âmbito de acção;
- Avalia programas e estratégias de animação e intervenção sociocultural em diferentes campos de trabalho;
- Desenha e implementa projectos de iniciação à investigação sobre os meios sociais e institucionais onde se realiza a sua intervenção;
- Conhece os diferentes métodos e técnicas de investigação e compreende as suas condições de utilização;
- Aplica adequadamente os conhecimentos metodológicos em processos de pesquisa;
- Analisa e interpreta criticamente os resultados de estudos com diferentes origens, compreendendo os processos metodológicos que os originaram;
- Compreende e mobiliza os valores e os conhecimentos relacionados com o dinamismo associativo e o empreendedorismo na construção de projectos de voluntariado, associativos ou empresariais adequados; - Revela conhecimentos sobre os procedimentos de criação de um programa de voluntariado, associação, cooperativa ou empresa e sobre os factores do seu desenvolvimento;
- Concebe um projecto integrando de forma adequada interesse colectivos, motivações pessoais e oportunidades relativamente ao mercado.
PARTE B - CARACTERIZAÇÃO GENÉRICA DO CURSO
Parte B1 - Estrutura do curso
Tabela 1 - Distribuição das horas de trabalho
| UC | Tipo de Aula | Horas Contacto | Semestre | ECTS | Horas Totais | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| T | TP | L | TC | S | OT | E | O | |||||
| AIS20020 - Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos | 20 | 12 | 26 | 20 | - | - | - | - | 78 | S | 5 | 135 |
| AIS20016 - Animação Desportiva | - | 105 | - | - | - | - | - | - | 105 | S | 5 | 135 |
| AIS20018 - Animação, Promoção e Património Cultural | 30 | 17 | - | - | - | 8 | - | 25 | 25 | s | 5 | 135 |
| AIS20018 - Animação, Promoção e Património Cultural | 30 | 17 | - | - | - | 8 | - | 25 | 55 | S | 5 | 135 |
| AIS10007 - Antropologia Cultural | 40 | 25 | - | 15 | - | 10 | - | 15 | 105 | S | 5 | 135 |
| AIS20005 - Artes e Património | 30 | 17 | - | - | - | 8 | - | 25 | 80 | S | 5 | 135 |
| AIS30004 - Carteira de Competências | 6 | 9 | - | - | - | 12 | - | - | 27 | S | 5 | 135 |
| AIS20013 - Comunicação e Turismo | - | 25 | 30 | - | - | 15 | - | - | 70 | S | 5 | 135 |
| AIS30003 - Comunicação Empresarial e Marketing | 26 | 26 | - | - | - | 9 | - | - | 61 | S | 5 | 135 |
| AIS10002 - Contextos Profissionais | 12 | 12 | - | 15 | 6 | 15 | - | - | 60 | S | 5 | 135 |
| AIS20012 - Culturas Populares | 30 | 25 | 10 | 15 | - | 10 | - | - | 90 | S | 5 | 135 |
| AIS30006 - Design, Desenvolvimento e Avaliação de Projectos | 21 | 30 | - | - | 12 | 12 | - | - | 75 | S | 5 | 135 |
| AIS30001 - Economia, Gestão e Empreendedorismo | 30 | 30 | - | - | - | 10 | - | 2 | 72 | S | 5 | 135 |
| AIS20011 - Espaço, Culturas e Desenvolvimento | 30 | 30 | - | 10 | - | 7 | - | - | 77 | S | 5 | 135 |
| AIS10008 - Estudos Ambientais | 20 | 20 | - | 10 | 10 | - | - | - | 60 | S | 5 | 135 |
| AIS20009 - História Contemporânea e Cidadania | 30 | 25 | - | 5 | - | 7 | - | 4 | 71 | S | 5 | 135 |
| AIS20021 - Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco | 30 | - | - | 20 | 15 | 9 | - | - | 74 | S | 5 | 135 |
| AIS10011 - Língua e Prática Textual | 20 | 20 | - | - | 10 | 10 | - | - | 60 | S | 5 | 135 |
| AIS20022 - Metodologias e Projectos de Animação Sócio-educativa | 10 | 40 | 30 | 10 | 9 | 10 | - | - | 109 | S | 5 | 135 |
| AIS10005 - Modelos e Metodologias de Animação I | 30 | 25 | - | - | 12 | 14 | - | - | 81 | S | 5 | 135 |
| AIS20010 - Modelos e Metodologias de Animação II | 35 | 25 | - | - | 12 | 14 | - | - | 86 | S | 5 | 13 |
| AIS20010 - Modelos e Metodologias de Animação II | 35 | 25 | - | - | 12 | 14 | - | - | 86 | S | 5 | 135 |
| AIS20007 - Oficina de Animação Musical e Dramática | - | - | 60 | - | - | 15 | 5 | 12 | 92 | S | 5 | 135 |
| AIS20015 - Organização de Processos de RVCC | 16 | 35 | - | - | 16 | 10 | - | - | 77 | S | 5 | 135 |
| AIS20019 - Organização e Produção de Eventos | 20 | 12 | 26 | 20 | - | - | - | - | 78 | S | 5 | 135 |
| AIS20002 - Pedagogia e Educação ao Longo da Vida | 30 | 24 | - | - | 6 | 12 | - | - | 72 | S | 5 | 135 |
| AIS30005 - Políticas Sociais | 25 | 30 | - | 10 | 9 | 9 | - | - | 83 | S | 5 | 135 |
| AIS20014 - Produção de Conteúdos Multimédia | 15 | - | 65 | - | - | 10 | - | - | 90 | S | 5 | 135 |
| AIS20006 - Projecto de Animação e Intervenção I | 9 | - | - | 12 | 6 | 9 | 15 | - | 51 | S | 5 | 135 |
| AIS30008 - Projecto de Animação e Intervenção II | 16 | 25 | - | 8 | 30 | 18 | 6 | - | 103 | S | 15 | 405 |
| AIS10001 - Psicologia Social | 30 | 30 | - | - | 6 | 15 | - | - | 81 | S | 5 | 135 |
| AIS30002 - Redes, Solidariedades e Coesão Social | 25 | 25 | - | 12 | 10 | 10 | - | - | 82 | S | 5 | 135 |
| AIS10009 - Relações Interpessoais e Gestão de Grupos | 21 | 27 | - | - | 9 | 9 | - | - | 66 | S | 5 | 135 |
| AIS20017 - Roteiros e Percursos | 20 | 12 | 26 | 20 | - | - | - | - | 78 | S | 5 | 135 |
| AIS20004 - Saúde e Sociedade | 15 | 20 | 12 | - | 9 | 9 | - | - | 65 | S | 5 | 135 |
| AIS20003 - Seminário de Investigação e de Projecto | 9 | 32 | - | 15 | 6 | 12 | - | - | 74 | S | 5 | 135 |
| AIS20001 - Sociologia da Cultura e Interculturalidade | 30 | 30 | - | - | 9 | 9 | - | - | 78 | S | 5 | 135 |
| AIS30007 - Sociologia da Juventude e Políticas da Cidade | 30 | 20 | - | 10 | 9 | 9 | - | - | 78 | S | 5 | 135 |
| AIS10006 - Sociologia Geral | 30 | 30 | - | - | 9 | 9 | - | - | 78 | S | 5 | 135 |
| AIS20008 - TIC em contextos profissionais | 15 | - | 65 | - | - | 10 | - | - | 90 | S | 5 | 135 |
| AIS10010 - Trabalho Social: teorias e práticas | 25 | 25 | - | - | 12 | 10 | - | - | 72 | S | 5 | 135 |
Fonte: Despacho n.º 11 336/2007 de 8 de Junho (DR nº 110 - Série II)
Parte B2 - Estudantes à entrada
As vagas e modalidades de ingresso no curso bem como a caracterização básica dos estudantes à entrada do mesmo são apresentadas nos quadros 1 a 5 e no gráfico 1, incluídos nesta secção do Relatório. Os dados e quadros aqui apresentados são um output automático do sistema informático do IPS, “elaborados” com base nos dados administrativos presentes nos registos de matrícula e de ingresso dos estudantes.
- O número de candidatos e de colocados através do concurso nacional de acesso (CNA) tem sido sempre superior ao número de vagas, sendo também percentualmente expressiva a percentagem de candidatos e de colocados em 1ª opção (Quadros 2 e 3).
- O número candidatos colocados via concursos/ regimes especiais têm-se situado, nos anos em análise, em cerca de uma dezena (Quadro 3), verificando-se ainda um aumento, ligeiro mas contínuo, do número de entradas de estudantes por via do Concurso de Maiores de 23 anos.
- Embora se tenha verificado uma redução da média das médias de candidatura dos estudantes colocados, a média do último candidato tem sido relativamente estável, apresentando uma oscilação muito ligeira nos 3 anos em análise (Gráfico 1).
- Os distritos de Setúbal e Lisboa são principal origem dos estudantes colocados, contribuindo com mais de 90% do contingente de ingresso via CNA (Quadro 5).
a) Tabela 2 - Vagas
| Vagas | 2009 | 2008 | 2007 |
|---|---|---|---|
| Concurso Nacional de Acesso (CNA) | 40 | 35 | 30 |
| Concursos/Regimes Especiais (CRE) | 9 | 9 | 8 |
| Total de Vagas | 50 | 57 | 38 |
b) Tabela 3 - Estudantes provenientes do Concurso Nacional de Acesso (CNA)
| Indicadores | 2009 | 2008 | 2007 |
|---|---|---|---|
| Candidatos CNA / Vagas CNA | 468% | 123% | 120% |
| Candidatos 1º opção CNA / Vagas CNA | 75% | 97% | 10% |
| Colocados CNA / Vagas CNA | 90% | 117% | 120% |
| Colocados 1º opção CNA / Colocados CNA | 83% | 83% | 8% |
c) Tabela 4 - Estudantes provenientes de Concursos/Regimes Especiais (CRE)
| Indicadores | 2009 | 2008 | 2007 |
|---|---|---|---|
| Nº de colocados + 23 anos | 0 | 0 | 0 |
| Nº de colocados CETs | 0 | 0 | 0 |
| Nº de colocados Outros CRE | 13 | 10 | 12 |
| Total de colocados CRE | 13 | 10 | 12 |
| Colocados CE/ Total de Vagas | 26% | 18% | 32% |
d) Ocupação total de vagas
Gráfico 1 - Notas de acesso
e) Proveniência dos estudantes admitidos
Tabela 5 - Proveniência dos estudantes por Concelho (CNA)
| CONCELHO | Número de Admitido (CNA) | ||
|---|---|---|---|
| 2009 | 2008 | 2007 | |
| Outros | - | - | - |
CNA - Cuncurso Nacional de Acesso
Tabela 6 - Proveniência dos estudantes por Distrito (CNA)
| DISTRITO | Número de Admitido (CNA) | ||
|---|---|---|---|
| 2009 | 2008 | 2007 | |
| Outros | - | - | - |
CNA - Cuncurso Nacional de Acesso
Parte B3 - Estudantes inscritos
A distribuição dos estudantes inscritos por ano curricular e por género é apresentada nos Quadro 6 e Gráfico 2, seguintes.
O primeiro permite-nos, de certo modo, expressar a existência de uma baixa taxa de insucesso, ou melhor, de retenção no curso pois, entre 2007 e 2009, os estudantes passaram sucessivamente de 36 (1ºano) para 35 (2º ano) e 38 (3º ano). Alguns dados mais sistemáticos e ajustados à abordagem desta problemática são apresentados mais adiante na parte D deste Relatório.
Faz-se entretanto notar que, a distribuição percentual apresentada no Quadro 6, é fortemente influenciada pelos alunos que frequentavam o curso de AIS já em 2006/07 e que não surgem contabilizados nos 2º e 3º anos em 2007 mas que explicam o grande número (80) de estudantes que frequenta o 3º ano em 2008.
A distribuição segundo o género (Gráfico 1) mostra-se a marca de forte feminização do curso, sempre superior a 80%, e que se tem vindo a acentuar
a) Tabela 7 - Distribuição por anos curriculares
| Ano Curricular | 2009 | 2008 | 2007 | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º Ano | 43 | 33,33% | 40 | 25,97% | 36 | 100% |
| 2º Ano | 48 | 37,21% | 34 | 22,08% | 0 | 0% |
| 3º Ano | 38 | 29,46% | 80 | 51,95% | 0 | 0% |
| Total | 129 | 154 | 36 | |||
b) Distribuição por género
Gráfico 2 - Distribuição dos estudantes inscritos por género
Parte B4 - Mobilidade e Internacionalização
A contribuição do curso de AIS para a mobilidade e internacionalização dos estudantes da ESE é relativamente baixa, rondando pouco mais de 2 a 3% dos inscritos, e tem vindo a diminuir, reduzindo-se em valor absoluto para metade dos estudantes outgoing, entre 2007 e 2009.
B4.1 Tabela 8 - Mobilidade
| Ano lectivo | Estudantes de Entrada (incoming) | Estudantes de Saída (outgoing) | Diplomados em Programas Internacionais |
|---|---|---|---|
| 2009/10 | 0 | 3 | ---- |
B4.2 Tabela 9 - Internacionalização
| 2009 | 2008 | 2007 | |
|---|---|---|---|
| Estudantes Estrangeiros | 3 | 4 | 6 |
| Docentes Estrangeiros | --- | --- | --- |
| Diplomados Estrangeiros | 2 | 1 | 0 |
B4.3 - Parcerias internacionais
PARTE C - CARACTERIZAÇÃO DAS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS
Também para este capítulo relativo à “caracterização das abordagens pedagógicas”, de acordo com as orientações da Unidade para a Avaliação e a Qualidade do Instituto Politécnico de Setúbal (UNIQUA-IPS), e dada a ausência de informação mais actualizada, este Relatório reproduz integralmente, nos Quadros 9 a 12 e no texto, a informação pública já apresentada há um ano, no anterior Relatório.
a) Tabela 10 - Elementos que integram o programa da unidade curricular
Sim |
Não |
Ñ Resp |
Total |
|||||
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
|
| Aprendizagens esperadas | 39 |
92,9% |
2 |
4,8% |
1 |
2,4% |
42 |
100% |
| Avaliação | 42 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Bibliografia | 42 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Competências a desenvolver | 40 |
95,2% |
0 |
0,0% |
2 |
4,8% |
42 |
|
| Conteúdos | 42 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Introdução | 41 |
97,6% |
0 |
0,0% |
1 |
2,4% |
42 |
|
| Metodologia | 42 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Número de créditos (ECTS) | 42 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Nº horas de contacto por tipo de trabalho | 41 |
97,6% |
1 |
2,4% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Nº horas de trabalho autónomo por tipo de trabalho | 33 |
78,6% |
1 |
2,4% |
8 |
19,0% |
42 |
|
| Número total de horas | 42 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
42 |
|
| Objectivos | 32 |
76,2% |
8 |
19,0% |
2 |
4,8% |
42 |
|
| Competências Formação específica | 33 |
78,6% |
4 |
9,5% |
5 |
11,9% |
42 |
|
| Competências Formação geral/transversal | 33 |
78,6% |
6 |
14,3% |
3 |
7,1% |
42 |
|
| Competências Formação profissionalizante | 23 |
54,8% |
13 |
31,0% |
6 |
14,3% |
42 |
|
Sobre os elementos que integram os Programas das unidades curriculares, 6 das 16 questões postas aos docentes foram respondidas a 100% (todos os docentes responderam), existindo outras 3 questões em que apenas um ou dois professores não responderam.
As questões onde se verificaram mais respostas respeitam a aspectos formais, organizativos das UC´s (nº horas, nº ECTS, nº horas de contacto, explicação dos processos de avaliação, Bibliografia, conteúdos, Introdução, Metodologia).
As questões onde se verificam menos respostas dos docentes correspondem a aspectos de organização do trabalho dos estudantes (nº de horas de trabalho autónomo dos alunos), de indefinição dos objectivos da UC ou de competências do curso (transversais, específicas e em particular profissionalizantes
Este aspecto anterior parece contrastar com o aspecto das competências que a UC pretende desenvolver.
Isto é, cada docente indica quais as competências que a UC que lecciona deve desenvolver, embora uma parte dos docentes não refiram se as mesmas correspondem às competências de formação do curso…
Actividades utilizadas em 2008/2009 na Unidade Curricular
A análise dos resultados leva-nos a concluir que os resultados mais significativos se referem a actividades lectivas mais formais (aulas expositivas), embora com participação dos estudantes e referindo-se a assuntos que promovam o debate e utilizando meios audiovisuais, enquanto as aulas de cariz mais prático (Estágios, Projectos de Investigação-Acção, Estudos de Caso, Trabalho de Campo, Visitas de Estudo) não são tão significativas para uma parte dos docentes.
Aspecto inovador é o da orientação tutória, referindo a quase totalidade dos docentes adoptá-lo.
b) Tabela 11 - Mudanças na utilização das actividades relativamente à situação anterior a Bolonha
Nunca usei |
ContUsar |
DeixUsar |
PassUsar |
Ñ Resp |
Total |
|||||||
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
|
| Aulas expositivas c/ exemplos da realidade | 0 |
0,0% |
25 |
59,5% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
17 |
40,5% |
42 |
100% |
| Aulas expositivas c/ temas para debate | 1 |
2,4% |
26 |
61,9% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
15 |
35,7% |
42 |
|
| Aulas expositivas c/ meios audiovisuais | 0 |
0,0% |
27 |
64,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
15 |
35,7% |
42 |
|
| Aulas expositivas dos conteúdos | 4 |
9,5% |
18 |
42,9% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
20 |
47,6% |
42 |
|
| Aulas expositivas interact c/estudantes | 0 |
0,0% |
26 |
61,9% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
16 |
38,1% |
42 |
|
| Comunic c/prof/colegas-Correio Elec | 0 |
0,0% |
26 |
61,9% |
0 |
0,0% |
1 |
2,4% |
15 |
35,7% |
42 |
|
| Comunicação oral dos estudantes | 0 |
0,0% |
28 |
66,7% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
14 |
33,3% |
42 |
|
| Discussão orientada temas c/análise doc. | 1 |
2,4% |
27 |
64,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
14 |
33,3% |
42 |
|
| Estudos de caso | 11 |
26,2% |
6 |
14,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
25 |
59,5% |
42 |
|
| Exercícios de aplicação | 3 |
7,1% |
17 |
40,5% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
22 |
52,4% |
42 |
|
| Interv fóruns discussão on-line/chats | 9 |
21,4% |
5 |
11,9% |
1 |
2,4% |
2 |
4,8% |
25 |
59,5% |
42 |
|
| Orientação tutória | 0 |
0,0% |
20 |
47,6% |
0 |
0,0% |
5 |
11,9% |
17 |
40,5% |
42 |
|
| Participação em Seminários /Conferências | 6 |
14,3% |
15 |
35,7% |
0 |
0,0% |
3 |
7,1% |
18 |
42,9% |
42 |
|
| Pesquisa/recolha de informação on-line | 0 |
0,0% |
26 |
61,9% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
16 |
38,1% |
42 |
|
| Prática simulada | 13 |
31,0% |
2 |
4,8% |
1 |
2,4% |
0 |
0,0% |
26 |
61,9% |
42 |
|
| Realização activ Estágio pelos estudantes | 13 |
31,0% |
2 |
4,8% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
27 |
64,3% |
42 |
|
| Realiz.projectos de investigação/acção | 7 |
16,7% |
13 |
31,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
22 |
52,4% |
42 |
|
| Resolução de problemas | 7 |
16,7% |
11 |
26,2% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
24 |
57,1% |
42 |
|
| Supervisão activ Estágio pelo docente | 12 |
28,6% |
2 |
4,8% |
1 |
2,4% |
0 |
0,0% |
27 |
64,3% |
42 |
|
| Trabalho de campo | 5 |
11,9% |
17 |
40,5% |
0 |
0,0% |
2 |
4,8% |
18 |
42,9% |
42 |
|
| Trabalho de Projecto | 5 |
11,9% |
18 |
42,9% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
19 |
45,2% |
42 |
|
| Trabalhos Práticos/Laborat/Const/Prod | 7 |
16,7% |
14 |
33,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
21 |
50,0% |
42 |
|
| Visitas de estudo | 4 |
9,5% |
17 |
40,5% |
0 |
0,0% |
3 |
7,1% |
18 |
42,9% |
42 |
|
Verifica-se que a grande maioria dos docentes refere que não alterou as suas práticas pelo facto da adesão a Bolonha, continuando a usar as mesmas actividades, o que não induz a que tais práticas, utilizadas mesmo anteriormente, sejam menos correctas.
De entre as práticas que passaram a ser utilizadas, a de maior relevância é a da Orientação tutória, embora mesmo esta corresponda a resultados médios, visto que uma parte significativa dos docentes já a utilizava.
Também é de referir que uma parte dos docentes não responde às questões apresentadas neste grupo.
c) Tabela 12 - Mudanças na utilização dos elementos de avaliação individual relativamente à situação anterior a Bolonha
Nunca usei |
ContUsar |
DeixUsar |
PassUsar |
Ñ Resp |
Total |
|||||||
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
|
| Apresentação oral de trabalhos | 0 |
0,0% |
22 |
95,7% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
1 |
4,3% |
23 |
100% |
| Auto-avaliação pelos estudantes | 6 |
26,1% |
10 |
43,5% |
1 |
4,3% |
1 |
4,3% |
5 |
21,7% |
23 |
|
| Avaliação inter-pares | 7 |
30,4% |
8 |
34,8% |
1 |
4,3% |
1 |
4,3% |
6 |
26,1% |
23 |
|
| Desempenho activ práticas | 4 |
17,4% |
14 |
60,9% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
5 |
21,7% |
23 |
|
| Particip estudantes activ aulas | 0 |
0,0% |
23 |
100,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
23 |
|
| Produção materiais modelos objectos | 6 |
26,1% |
10 |
43,5% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
7 |
30,4% |
23 |
|
| Produções escritas | 1 |
4,3% |
21 |
91,3% |
0 |
0,0% |
1 |
4,3% |
0 |
0,0% |
23 |
|
| Projectos de Investigação/Acção | 8 |
34,8% |
8 |
34,8% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
7 |
30,4% |
23 |
|
| Relatórios activ exper/práticas | 8 |
34,8% |
11 |
47,8% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
4 |
17,4% |
23 |
|
| Relatórios de estágio | 12 |
52,2% |
2 |
8,7% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
9 |
39,1% |
23 |
|
| Testes avaliação de conhecimentos | 5 |
21,7% |
10 |
43,5% |
2 |
8,7% |
0 |
0,0% |
6 |
26,1% |
23 |
|
| Testes avaliação de conhecimentos e s/ aplicação | 6 |
26,1% |
7 |
30,4% |
0 |
0,0% |
2 |
8,7% |
8 |
34,8% |
23 |
|
Também neste aspecto, pelo que referem os docentes inquiridos, o número dos que alteraram os elementos de avaliação, relativamente ao período pré- Bolonha, é residual.
Já significativo é o número de docentes que, neste ponto, não respondem às questões levantadas no questionário.
Também significativo é o número de docentes que não utiliza a avaliação inter-pares e a auto-avaliação pelos estudantes.
Os dados relativos a Relatórios de Estágio são compreensíveis visto que existem UC´s específicas de Estágio e este não está previsto que seja alargado às demais UC´s do plano de estudos. Quanto muito, o que não é claro é se existe articulação das várias UC´s às UC´s específicas de estágio.
d) Tabela 13 - Mudanças na utilização dos elementos de avaliação em grupo relativamente à situação anterior a Bolonha
Nunca usei |
ContUsar |
DeixUsar |
PassUsar |
Ñ Resp |
Total |
|||||||
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
F |
f(%) |
|
| Apresentação oral de trabalhos | 0 |
0,0% |
20 |
87,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
3 |
13,0% |
23 |
100% |
| Auto-avaliação pelos estudantes | 5 |
21,7% |
10 |
43,5% |
1 |
4,3% |
1 |
4,3% |
6 |
26,1% |
23 |
|
| Avaliação inter-pares | 5 |
21,7% |
10 |
43,5% |
1 |
4,3% |
1 |
4,3% |
6 |
26,1% |
23 |
|
| Desempenho activ práticas | 3 |
13,0% |
15 |
65,2% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
5 |
21,7% |
23 |
|
| Particip estudantes activ aulas | 0 |
0,0% |
21 |
91,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
2 |
8,7% |
23 |
|
| Particip activ"a distância" | 4 |
17,4% |
7 |
30,4% |
0 |
0,0% |
2 |
8,7% |
10 |
43,5% |
23 |
|
| Produções escritas | 3 |
13,0% |
16 |
69,6% |
0 |
0,0% |
1 |
4,3% |
3 |
13,0% |
23 |
|
| Projectos de Investigação/Acção | 6 |
26,1% |
8 |
34,8% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
9 |
39,1% |
23 |
|
| Relatórios activ exper/práticas | 8 |
34,8% |
9 |
39,1% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
6 |
26,1% |
23 |
|
| Relatórios de estágio | 11 |
47,8% |
1 |
4,3% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
11 |
47,8% |
23 |
|
| Testes avaliação de conhecimentos | 9 |
39,1% |
3 |
13,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
11 |
47,8% |
23 |
|
| Testes avaliação de conhecimentos e s/ aplicação | 9 |
39,1% |
3 |
13,0% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
11 |
47,8% |
23 |
|
| Produção materiais modelos objectos | 4 |
17,4% |
12 |
52,2% |
0 |
0,0% |
0 |
0,0% |
7 |
30,4% |
23 |
|
Neste ponto também é evidente a não adopção de novas formas e elementos de avaliação pela adesão a Bolonha.
Significativa é a adopção de apresentação oral de trabalhos em grupo, em produções escritas (trabalhos de grupo), desempenho de actividades práticas em grupo e a participação dos estudantes, em grupo em actividades nas aulas.
PARTE D - ANÁLISE GLOBAL DOS RESULTADOS
Os resultados escolares, nomeadamente as taxas de sucesso por UC’s e ano curricular, e as taxas de retenção e de abandono escolar são apresentadas nos quadros 13 a 18 e no gráfico 1, incluídos nesta secção do Relatório. Refira-se ainda que, para uma informação mais fina relativamente ao sucesso escolar, foram calculadas as seguintes taxas: nº de estudantes avaliados sobre nº de inscritos (Av/In), nº de aprovados sobre nº de inscritos (Ap/In) e nº de aprovados sobre nº de avaliados (Ap/Av). Os dados e quadros aqui apresentados são um output automático do sistema informático do IPS, “elaborados” com base nos dados administrativos presentes nos registos de resultados escolares nas diferentes UC’s e anos curriculares que os estudantes frequentam.
Os dados apresentados permitem-nos verificar que:
- A taxa de estudantes inscritos nas diferentes UC’s que realiza provas de avaliação (Av/In) tem oscilado, entre 2007 e 2009, em torno dos 90% (Quadro 16)
- As taxas de aprovação dos estudantes avaliados nas várias UC’s (Ap/Av) aumentaram desde 2007 para valores superiores a 90% o que permite uma taxa de aprovação nas diferentes UC’s do curso superior a 80% (Quadro 16).
- Não se verificam diferenças significativas nos valores acima apresentados relativamente às taxas globais (Quadro 16) e por ano curricular (Quadros 13 a 15).
Parte D1 - Resultados Académicos
a) Indicadores de sucesso global por ano lectivo, por ano curricular e por UC/Módulo
Tabela 14 - 1º Ano
| 2009 | 2008 | 2007 | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Produção de Conteúdos para a Web | 4 | 75.0 | 75.0 | 100.0 | 1 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Tecnologias e Comunicação | 14 | 85.71 | 85.71 | 100.0 | 12 | 100.0 | 83.33 | 83.33 | 13 | 76.92 | 76.92 | 100.0 |
| Relações Interpessoais e Gestão de Grupos | 43 | 88.37 | 81.4 | 92.11 | 43 | 93.02 | 93.02 | 100.0 | 34 | 100.0 | 82.35 | 82.35 |
| Trabalho Social: teorias e práticas | 49 | 85.71 | 71.43 | 83.33 | 49 | 83.67 | 71.43 | 85.37 | 44 | 77.27 | 70.45 | 91.18 |
| Língua Estrangeira - Francês B1 | 7 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 7 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 4 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Sociologia Geral | 44 | 79.55 | 56.82 | 71.43 | 44 | 90.91 | 86.36 | 95.0 | 38 | 100.0 | 76.32 | 76.32 |
| Antropologia Cultural | 43 | 79.07 | 79.07 | 100.0 | 46 | 82.61 | 82.61 | 100.0 | 49 | 100.0 | 69.39 | 69.39 |
| Matemática, Cultura e Realidade | 8 | 87.5 | 87.5 | 100.0 | 4 | 75.0 | 75.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Tecnologias Artísticas | 7 | 100.0 | 42.86 | 42.86 | 5 | 80.0 | 80.0 | 100.0 | 1 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Contextos Profissionais | 45 | 100.0 | 60.0 | 60.0 | 45 | 84.44 | 80.0 | 94.74 | 34 | 82.35 | 79.41 | 96.43 |
| Geografia | 6 | 100.0 | 83.33 | 83.33 | 4 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 2 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Expressão Dramática | 12 | 66.67 | 66.67 | 100.0 | 15 | 93.33 | 93.33 | 100.0 | 18 | 100.0 | 88.89 | 88.89 |
| Cinema e Televisão | 17 | 52.94 | 52.94 | 100.0 | 16 | 100.0 | 75.0 | 75.0 | 8 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Psicologia Social | 43 | 83.72 | 83.72 | 100.0 | 45 | 93.33 | 93.33 | 100.0 | 38 | 73.68 | 73.68 | 100.0 |
| Língua Gestual Portuguesa | 7 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 8 | 100.0 | 75.0 | 75.0 | 17 | 100.0 | 88.24 | 88.24 |
| Temas Actuais em Ciência e Tecnologia | 2 | 50.0 | 50.0 | 100.0 | 2 | 50.0 | 50.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Estudos Ambientais | 51 | 76.47 | 64.71 | 84.62 | 48 | 93.75 | 70.83 | 75.56 | 41 | 100.0 | 68.29 | 68.29 |
| Língua e Prática Textual | 46 | 86.96 | 80.43 | 92.5 | 45 | 93.33 | 86.67 | 92.86 | 60 | 83.33 | 81.67 | 98.0 |
| Artes Performativas | 10 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 11 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 5 | 100.0 | 60.0 | 60.0 |
| Língua Estrangeira - Inglês B2 | 1 | 0.0 | 0.0 | 0.0 | 7 | 85.71 | 85.71 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Modelos e Metodologias de Animação I | 45 | 71.11 | 71.11 | 100.0 | 46 | 86.96 | 80.43 | 92.5 | 37 | 75.68 | 72.97 | 96.43 |
| Língua Estrangeira - Inglês B1 | 7 | 14.29 | 14.29 | 100.0 | 5 | 40.0 | 40.0 | 100.0 | 4 | 75.0 | 75.0 | 100.0 |
| Animação de Públicos | 16 | 100.0 | 75.0 | 75.0 | 13 | 92.31 | 84.62 | 91.67 | --- | --- | --- | --- |
| Ciência, Tecnologia e Sociedade | 8 | 62.5 | 50.0 | 80.0 | 10 | 90.0 | 70.0 | 77.78 | 11 | 90.91 | 81.82 | 90.0 |
| Desporto de Recreação e Terceira Idade | 4 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 7 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 7 | 100.0 | 85.71 | 85.71 |
| 1º ano | 539 | 82.37 | 71.8 | 87.16 | 543 | 89.69 | 82.69 | 92.2 | 470 | 89.36 | 77.23 | 86.43 |
Tabela 15 - 2º Ano
| 2009 | 2008 | 2007 | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Projecto de Animação e Intervenção I | 36 | 75.0 | 75.0 | 100.0 | 30 | 83.33 | 83.33 | 100.0 | 28 | 85.71 | 85.71 | 100.0 |
| Seminário de Investigação e de Projecto | 36 | 94.44 | 94.44 | 100.0 | 34 | 94.12 | 88.24 | 93.75 | 28 | 100.0 | 75.0 | 75.0 |
| Artes e Património | 36 | 97.22 | 83.33 | 85.71 | 38 | 97.37 | 84.21 | 86.49 | 27 | 100.0 | 59.26 | 59.26 |
| Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco | 16 | 93.75 | 87.5 | 93.33 | 14 | 78.57 | 64.29 | 81.82 | 47 | 89.36 | 89.36 | 100.0 |
| Oficina de Animação Musical e Dramática | 35 | 100.0 | 94.29 | 94.29 | 33 | 100.0 | 87.88 | 87.88 | 57 | 96.49 | 87.72 | 90.91 |
| Organização e Produção de Eventos | 9 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 17 | 94.12 | 94.12 | 100.0 | 13 | 92.31 | 92.31 | 100.0 |
| Pedagogia e Educação ao Longo da Vida | 37 | 86.49 | 86.49 | 100.0 | 32 | 81.25 | 78.13 | 96.15 | 28 | 82.14 | 78.57 | 95.65 |
| Espaço, Culturas e Desenvolvimento | 4 | 100.0 | 50.0 | 50.0 | 5 | 40.0 | 40.0 | 100.0 | 7 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| História Contemporânea e Cidadania | 37 | 94.59 | 83.78 | 88.57 | 40 | 92.5 | 87.5 | 94.59 | 31 | 100.0 | 54.84 | 54.84 |
| Comunicação e Turismo | 9 | 66.67 | 44.44 | 66.67 | 4 | 50.0 | 50.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Animação, Promoção e Património Cultural | 2 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| Produção de Conteúdos Multimédia | 2 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 8 | 87.5 | 87.5 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Animação Bibliotecas e Espaços Museológicos | 4 | 100.0 | 75.0 | 75.0 | 6 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 2 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Culturas Populares | 6 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 16 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| TIC em contextos profissionais | 37 | 91.89 | 91.89 | 100.0 | 34 | 88.24 | 88.24 | 100.0 | 25 | 68.0 | 68.0 | 100.0 |
| Animação Desportiva | 17 | 94.12 | 94.12 | 100.0 | 16 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Saúde e Sociedade | 34 | 94.12 | 94.12 | 100.0 | 31 | 87.1 | 87.1 | 100.0 | 27 | 100.0 | 85.19 | 85.19 |
| Modelos e Metodologias de Animação II | 34 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 33 | 96.97 | 90.91 | 93.75 | 57 | 100.0 | 85.96 | 85.96 |
| Sociologia da Cultura e Interculturalidade | 39 | 92.31 | 87.18 | 94.44 | 38 | 94.74 | 81.58 | 86.11 | 24 | 83.33 | 54.17 | 65.0 |
| Roteiros e Percursos | 7 | 85.71 | 71.43 | 83.33 | 1 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| 2º ano | 437 | 92.45 | 87.87 | 95.05 | 430 | 91.16 | 85.81 | 94.13 | 401 | 92.77 | 78.55 | 84.68 |
Tabela 16 - 3º Ano
| 2009 | 2008 | 2007 | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Redes, Solidariedades e Coesão Social | 28 | 89.29 | 89.29 | 100.0 | 25 | 88.0 | 88.0 | 100.0 | 34 | 88.24 | 82.35 | 93.33 |
| Comunicação Empresarial e Marketing | 28 | 92.86 | 89.29 | 96.15 | 52 | 98.08 | 96.15 | 98.04 | 33 | 0.0 | 0.0 | 0.0 |
| Intervenção Social com Populações e Grupos de Risco | 8 | 87.5 | 87.5 | 100.0 | 5 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 5 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Economia, Gestão e Empreendedorismo | 29 | 86.21 | 86.21 | 100.0 | 22 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 32 | 93.75 | 90.63 | 96.67 |
| Sociologia da Juventude e Políticas da Cidade | 29 | 89.66 | 89.66 | 100.0 | 25 | 96.0 | 92.0 | 95.83 | 33 | 96.97 | 81.82 | 84.38 |
| Organização e Produção de Eventos | 4 | 75.0 | 75.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- | 21 | 100.0 | 80.95 | 80.95 |
| Comunicação e Turismo | 2 | 50.0 | 50.0 | 100.0 | 3 | 100.0 | 66.67 | 66.67 | --- | --- | --- | --- |
| Espaço, Culturas e Desenvolvimento | 5 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 3 | 33.33 | 33.33 | 100.0 | 1 | 100.0 | 0.0 | 0.0 |
| Animação, Promoção e Património Cultural | 4 | 75.0 | 75.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| Metodologias e Projectos de Animação Sócio-educativa | 8 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 21 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Projecto de Animação e Intervenção II | 29 | 89.66 | 89.66 | 100.0 | 23 | 86.96 | 82.61 | 95.0 | 50 | 96.0 | 92.0 | 95.83 |
| Políticas Sociais | 30 | 86.67 | 86.67 | 100.0 | 24 | 95.83 | 91.67 | 95.65 | 33 | 87.88 | 81.82 | 93.1 |
| Culturas Populares | 9 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 8 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 21 | 100.0 | 90.48 | 90.48 |
| Produção de Conteúdos Multimédia | 1 | 0.0 | 0.0 | 0.0 | 1 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 4 | 100.0 | 100.0 | 100.0 |
| Animação Desportiva | 12 | 75.0 | 75.0 | 100.0 | 9 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | --- | --- | --- | --- |
| Carteira de Competências | 32 | 90.63 | 84.38 | 93.1 | 52 | 88.46 | 84.62 | 95.65 | 34 | 0.0 | 0.0 | 0.0 |
| Design, Desenvolvimento e Avaliação de Projectos | 29 | 93.1 | 89.66 | 96.3 | 51 | 96.08 | 96.08 | 100.0 | 33 | 0.0 | 0.0 | 0.0 |
| Roteiros e Percursos | 4 | 100.0 | 100.0 | 100.0 | 5 | 80.0 | 80.0 | 100.0 | 34 | 100.0 | 67.65 | 67.65 |
| 3º ano | 291 | 89.0 | 87.63 | 98.46 | 329 | 93.92 | 91.79 | 97.73 | 373 | 69.71 | 61.66 | 88.46 |
Tabela 17 - Global
| 2009 | 2008 | 2007 | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | Inscrições | Av/In | Ap/In | Ap/Av | |
| Global | 1267 | 87.37 | 80.98 | 92.68 | 1302 | 91.24 | 86.02 | 94.28 | 1244 | 84.57 | 72.99 | 86.31 |
Parte D2 - Outros Indicadores Relevantes
Parte D3 - Percepção dos estudantes sobre o processo de Ensino/Aprendizagem
D3.1 - Percepção sobre o curso
D3.2 - Percepção sobre as UCs/Módulos
PARTE G - INSERÇÃO NA VIDA ACTIVA E EMPREGABILIDADE
PARTE FINAL - CONCLUSÕES E PROPOSTAS DE MELHORIA
ANEXOS