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Ciência à Conversa | 3 de julho

Encontros na 1ª quarta feira de cada mês

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O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) organiza a iniciativa "Ciência à Conversa", que através de um ciclo de debates pretende promover e comunicar diferentes temáticas de âmbito científico junto da comunidade académica e local. 
As atividades enquadradas no "Ciência à Conversa" têm lugar na primeira quarta-feira de cada mês, no período de almoço, desafiando, assim, os participantes a realizarem uma refeição ligeira enquanto falam de ciência. Os debates têm como objetivo aproximar os participantes das diferentes vertentes da ciência através de uma abordagem informal, acessível e direta, que fomente a troca de ideias e experiências.
Assista às sessões mensais, em direto, aqui.

03 de julho

 

A engenharia genética tem sido alvo de várias críticas, sobretudo na sua aplicação em seres humanos. Contudo, convém lembrar que a tecnologia teve como propósito inicial a cura de doenças e outros flagelos. Atualmente, a tecnologia que lhe está associada pode proporcionar alterações no genoma, de modo a eliminar algumas doenças genéticas, mas também, se assim se pretender, selecionar os melhores genes e características.

Apesar dos claros benefícios que a tecnologia de engenharia genética pode trazer, os riscos são amplamente discutíveis e há grande oposição ao uso desta tecnologia. Contaremos com as professoras Gabriela Gomes e Marta Justino da ESTBarreiro/IPS para conversar sobre até onde se pode e/ou deve ir e que riscos corremos...

A última conversa, antes das férias, decorre na  ESTBarreiro/IPS.

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05 de junho

Em turismo, tal como em qualquer outra atividade de gestão territorial ou económica, o planeamento tem como objetivo alcançar dois benefícios em simultâneo: reduzir o risco de possíveis impactos negativos e maximizar os positivos.

O projeto TARGET centra-se no segundo destes objetivos, em termos do aumento da competitividade de um destino turístico e procura abordar esta questão sob a perspetiva de modelos de governação que facilitem a criação de negócios inovadores e sustentáveis.

As oradoras convidadas foram a Professora da ESCE/IPS Teresa Costa Phd e investigadora do projeto e Ana Bugio Mestranda a desenvolver a dissertação de mestrado no âmbito do projeto na ESCE/IPS.

Apesar do dinamismo dos empreendedores turísticos em Cascais e em Setúbal (concelhos em estudo), as empresas que têm vindo a ser criadas estão mais orientadas para explorar os produtos turísticos habituais, não investindo necessariamente em produtos inovadores e sustentáveis. Existe, pois, a necessidade de estabelecer um modelo de governação que encoraje e apoie a emergência de negócios inovadores e sustentáveis, que enriqueçam e diversifiquem a oferta turística, e que resultem das ações empreendedores de stakeholders, atuais ou potenciais, agindo como parte de uma estratégia alinhada com as opções dos gestores do destino e em cooperação com outros agentes.

 

08 de maio

A melhor estratégia para comunicar ciência, é não ter propriamente uma estratégia", foi assim que o nosso convidado deu início à conversa no  dia 8 de maio.

A sessão foi dedicada à comunicação de ciência, à sua importância para uma sociedade informada e esclarecida. Contámos com a presença do professor, jornalista e apresentador de televisão Reginaldo Rodrigues de Almeida, que veio falar sobre a "arte" de comunicar ciência. Como despertar o interesse e "seduzir" uma plateia!

A comunicação de ciência é algo que deve ser analisado, uma vez que na grande maioria dos casos é um discurso hermético e difícil de conseguir chegar ao público.

Segundo o professor, a regra é simplificar, ter a capacidade de transformar coisas importantes em coisas interessantes!

Confessou também que em alguns casos, dependendo dos temas, recorre a ilustrações de Banda Desenhada nas suas apresentações, para cativar a audiência. E para quem não conseguiu estar presente, está disponível aqui.

Dia 5 de junho, a conversa será para apresentar um projeto que pretende inovar na área da competitividade de um destino turístico.

 

Cartaz de divulgação - maio de 2019



03 de abril

 

A última edição do "Ciência à Conversa" comemorou a 40.ª sessão da iniciativa, e contou com a presença especial do anterior Pró-Presidente do IPS para a Investigação,  Filipe Cardoso.

O tema da conversa foi o desporto.

Este fenómeno cultural está associado a momentos potenciadores de inclusão social, nomeadamente de pessoas com condição de deficiência.

Mário Espada docente na área do Desporto da ESE/IPS e Danilo Ferreira selecionador nacional de andebol em cadeira de rodas e atualmente a frequentar a licenciatura em Desporto da ESE/IPS, foram os convidados para uma conversa sobre esta temática.

Que papéis pode desempenhar o desporto de forma a constituir-se como momento de inclusão inversa, cada vez mais pertinente na consciencialização da população.

De salientar que o investimento global (pessoal e financeiro) também tem aumentado exponencialmente nos últimos anos, tornando-se relevante a reflexão e debate sobre as práticas nesta área.

 

Cartaz de divulgação - abril de 2019


06 de março

A última conversa incidiu sobre instrumentos de alta precisão, raios laser!

Anna Letournel, docente da ESS/IPS teve a oportunidade de aprender sobre a física dos lasers com um dos investigadores laureados com o Prémio Nobel da Física em 2018 - Gérard Mourou, e foi a nossa convidada para conversar sobre o que são estas "ferramentas de luz" e que aplicação podem ter na nossa sociedade.

Como é que objetos extremamente pequenos podem ser observados, assim como a imensidão de aplicações industriais e médicas que podem vir a ter.

Cartaz de divulgação - março de 2019

Assista ao vídeo desta sessão aqui.

 

06 de fevereiro

Na 4ª feira na foi esclarecido que a lombalgia é um sintoma e não uma doença, e que em 90% das pessoas não é possível identificar uma causa anatómica ou fisiológica para os sintomas de "dor nas costas".

Foram também apresentadas algumas recomendações para o tratamento, nomeadamente o facto de a intervenção de primeira linha dever ser a não farmacológica e orientada para a autogestão da condição. Neste contexto, autogestão implica que seja o próprio indivíduo com lombalgia a gerir os seus níveis de atividade física, bem como um conjunto de fatores do seu contexto, com o intuito de controlar a sintomatologia. Para isso, deverá contar com as recomendações e orientações de um fisioterapeuta.

O Projeto SPLIT tem como objetivo a melhoria dos cuidados de saúde associados à lombalgia, e em parceria com o ACES Arrábida, estruturou uma resposta de fisioterapia integrada, personalizada e de acordo com o risco de cada pessoa desenvolver dor persistente e incapacitante. Para isso, as pessoas com lombalgia poderão deslocar-se a uma das unidades parceiras do projeto (USF Castelo, USF Luísa Todi, USF Sado, USF Santiago Palmela, USF São Filipe, UCSP Praça da República, e UCSP Sesimbra) e, caso sejam identificadas pelo Médico de Medicina Geral e Familiar como possíveis participantes do projeto, serão referenciadas para a fisioterapia.

A conversa terminou com o aconselhamento para a necessidade de avaliação de qualquer episódio de lombalgia, e para a manutenção de um estilo de vida ativo, nomeadamente da prática regular exercício físico, que constitui uma das estratégias mais eficazes para a prevenção deste problema: "Movimente-se! Pelas suas costas!".

Cartaz de divulgação - fevereiro de 2019

Assista ao vídeo desta sessão aqui.

 

09 de janeiro

Nada como começar o ano a falar de Ostras! Convidámos o professor Ricardo Salgado da ESTSetúbal/IPS para vir falar do projeto OSTRAQUAL, que visa promover e valorizar a qualidade das ostras de aquacultura na região do Sado e Mira.

Nesta conversa, entre muitas outras curiosidades, fizemos uma retrospetiva histórica da aquacultura no Sado, ficámos a saber quais as metodologias utilizadas, os fatores que determinam a qualidade das ostras, o valor nutricional das mesmas e até de que forma está a ser acautelada a sustentabilidade desta atividade.

Numa discussão participada ficámos ainda a conhecer a existência de dois tipos de ostras no Sado, a ostra portuguesa, Crassostrea angulata, que se pretende preservar e a ostra do Pacífico, Crassostrea gigas.

Outras questões levaram-nos ainda à discussão do potencial comercial dos subprodutos da ostra, sobre a necessidade da certificação da Ostra do Sado, bem como das condições ótimas de produção destas.

Cartaz de divulgação - janeiro de 2019

 

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31 de maio/2019

 

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