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Colecção - Pintores portugueses

Conjunto de 16 livros



Flor, Pedro. Nuno Gonçalves. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 1). - ISBN 978-989-554-686-2

"Nuno Gonçalves foi, durante a segunda metade do século XV, a figura tutelar do panorama pictórico português. Foi pintor de D. Afonso V em 1450. Francisco de Holanda no seu Da Pintura Antiga, refere-se a Nuno Gonçalves como uma das" águias" um dos mestres do século XV - mas o seu nome e os seus trabalhos perderam-se na história. A sua obra prima para a catedral de Lisboa foi destruída no terramoto de 1755, e a sua outra obra com o tema de São Vicente, o santo patrono de Lisboa e da casa real de Portugal, esteve desaparecida até 1882, quando foi descoberta no convento de São Vicente. Não foi senão em 1931, quando sua obra foi exposta em Paris, que Gonçalves recebeu o reconhecimento internacional que merecia. A sua obra mais apreciada, e uma das mais notáveis realizações artísticas do Renascimento, são os Painéis de S. Vicente de Fora, políptico no qual Nuno Gonçalves oferece um panorama da sociedade do seu tempo, retratando um conjunto de sessenta figuras em tamanho quase real. Nuno Gonçalves ainda hoje suscita opiniões controversas que, por isso mesmo, não deixam de reafirmar a sua notável modernidade."


Lapa, Sofia. Grão Vasco. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 2). - ISBN 978-989-554-687-9

"Vasco Fernandes, mais conhecido por Grão Vasco, é considerado o principal nome da pintura portuguesa quinhentista. Com uma obra de cariz essencialmente religioso, desenvolveu a sua actividade artística no Norte de Portugal. Há referências em Viseu, Lamego, Coimbra. Entre as principais obras estão os grandes painéis da Sé de Viseu, o "Pentecostes", de Coimbra, e o retábulo da Sé de Lamego. A maior parte das pinturas de Vasco Fernandes estão no Museu Grão Vasco, em Viseu, com obras da sua primeira e última fases artísticas. No Museu de Lamego estão cinco das vinte tábuas do retábulo da Sé de Lamego, desmontado no século XVIII. Na igreja matriz de Freixo de Espada à Cinta, construída na época manuelina, assim como no Mosteiro de Salzedas, encontram-se outros importantes grupos de pinturas de Vasco Fernandes. Finalmente, na sacristia do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra pode-se apreciar o Pentecostes."


Pinto, Carla Alferes. Josefa de Óbitos. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 3). - ISBN 978-989-554-693-0

"Pintora do século XVII era filha do pintor português Baltazar Gomes Figueira. Foi especialista na pintura de flores, frutas e objectos inanimados. A influência exercida pelo barroco tornaram-na uma artista com interesses diversificados, tendo-se dedicado, além da pintura, à estampa, à gravura, à modelagem do barro, ao desenho de figurinos, de tecidos, de acessórios vários e a arranjos florais. Aos 19 anos de idade, fez a gravura da edição dos Estatutos de Coimbra. Trabalhou em seguida como pintora para diversos conventos e igrejas. Como retratista da Família Real Portuguesa, destacam-se os seus retratos da rainha D. Maria Francisca Isabel de Sabóia, esposa de D. Pedro II, e de sua filha, a princesa D. Isabel. A grande maioria dos seus quadros tratam de temas religiosos e encontram-se em Óbidos, na Igreja de Santa Maria; em Cascais, na igreja matriz; e nos museus nacionais Machado de Castro e Soares dos Reis."


Xavier, Hugo. Domingos Sequeira. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 4). - ISBN 978-989-554-688-6

"Pintor português de origem modesta, foi educado na Casa Pia de Lisboa, após o quê frequentou o curso de Desenho e Figura na Aula Régia e trabalhou como decorador. Com uma pensão de D. Maria I, em 1788, partiu para Itália e estudou na Academia Portuguesa em Roma, onde recebeu aulas de António Cavallucci. Regressou a Lisboa em 1795 e foi nomeado pintor da corte em 1802 e co-director da empreitada de pintura do Palácio da Ajuda, aí pintou abundantemente. Mais tarde foi professor de Desenho e Pintura das princesas. Neste período pintou alegorias patrióticas e retratos, fazendo o desenho das peças para oferecer a Beresford. A maturidade da sua arte está expressa nos trabalhos de temática religiosa Descida da Cruz, Adoração dos Magos, Ascensão e Juízo Final. Em termos estéticos é considerado o pintor de transição do Neoclassicismo para o Romantismo."


Silveira, Carlos. Henrique Pousão. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 5). - ISBN 978-989-554-696-1

"Pintor português pertencente a 1 ª geração naturalista. Foi o mais inovador pintor português da sua geração, reflectindo, na sua obra naturalista, influências de pintores impressionistas, como Pissarro e Manet. Realizou também paisagens que ultrapassam as preocupações estéticas da pintura do seu tempo. Natural de Vila Viçosa, Henrique Pousão faz-se pintor na Academia Portuense de Belas Artes, onde é discípulo de Thadeo Furtado e João Correia. Pousão desenvolveu toda a sua produção artística em fase de formação. Bolseiro em Paris, Nápoles, Capri e Anacapri, a sua pintura é sempre marcada pelos lugares por que passa. Muitas das suas obras constam de pequenas tábuas, apontamentos pictóricos que marcam a busca de uma estética muito pessoal, afastada do puro descritivismo, mas igualmente dos processos impressionistas."


Elias, Margarida. Columbano Bordalo Pinheiro. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 6). - ISBN 978-989-554-689-3

"É considerado o pintor mais significativo dos finais do século XIX. Anos após completar a sua formação, rumou a Paris, beneficiado por uma bolsa de estudos custeada pelo rei consorte D. Fernando II de Portugal. Ali ele recebeu a influência de pintores como Manet e Edgar Degas, sendo esta notável na sua obra. Na "cidade-luz", Columbano representou-se, em 1882, numa grande exposição, no famoso "Salon de Paris". De regresso a Portugal, juntou-se ao "Grupo do Leão", o qual tencionava renovar a estética das composições na arte do país. Tornou-se, em 1901, professor de pintura histórica na Academia de Belas-Artes de Lisboa, onde se formara na sua juventude. Em 1914, Bordalo Pinheiro foi nomeado pelo novo regime republicano, então recentemente instaurado, para o cargo de director do Museu Nacional de Arte Contemporânea, sucedendo a Carlos Reis. Embora frequentando os naturalistas, os temas do amor pela Natureza não o atraiam, conservando-se essencialmente como um retratista, influenciado pela escola flamenga e pela vertente sombria dos mestres espanhóis."


Ramos, Afonso. António Carneiro. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 7). - ISBN 978-989-554-695-4

"Professor da Escola de Belas-Artes do Porto, director artístico da revista Águia, ligado ao movimento da Renascença Portuguesa, António Teixeira Carneiro foi uma notável figura da cultura nortenha. Durante a sua vida foi um artista com grande sensibilidade, voltando-se mais para o sentimento do que para a razão, buscando mais emocionar do que explicar, dedicando-se acima de tudo à pintura de retrato traduzindo neles o estado psicológico do modelo. Por esse motivo muitos o chamam de "retratista de almas". Dedicou-se ainda à pintura religiosa e histórica. As suas principais influências foram Leonardo Da Vinci, da época Renascentista, Rembrandt na altura Barroca, assim como outros pintores do século XIX. A pintura de António Carneiro surge com uma interioridade e uma qualidade espiritual rara na arte portuguesa do início do século, longe das preocupações naturalistas de verosimilhança ou mesmo das concepções impressionistas de captação da cor e da luz."


Duarte, Adelaide. Aurélia de Sousa. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 8). - ISBN 978-989-554-700-5

"O seu talento artístico revelou-se ainda na infância. Estudou na escola de Belas-Artes do Porto e, posteriormente, fixou-se em Paris, onde se deixou influenciar pelo Impressionismo. Aos dezasseis anos, começou a ter lições de desenho e pintura e pintou o seu primeiro auto-retrato. Em 1893, entrou para a Academia de Belas-Artes do Porto, onde foi aluna de João Marques de Oliveira, o qual muito influenciou a sua obra. Em 1898, Aurélia mudou-se para Paris onde frequentou, na Academia Julian, os cursos de Jean-Paul Laurens e de Jean-Joseph Benjamin-Constant. Regressou a Portugal em 1901 e desenvolveu intensa actividade como ilustradora e participou regularmente na vida artística portuense. A sua obra denota influência dos estilos de pintura mais inovadores do seu tempo. Pintou num estilo naturalista muito pessoal, às vezes com influências realistas, impressionistas e pós-impressionistas."


Baião, Joana. Vieira da Silva. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 9). - ISBN 978-989-554-691-6

"É um marco da pintura em Portugal - e no mundo. Apaixonada pelas artes desde pequena, Vieira da Silva transportou o seu sonho até à idade adulta. Aos onze anos ingressou na Academia de Belas-Artes, em Lisboa, onde estudou desenho e pintura. Motivada também pela escultura, estudou Anatomia na Faculdade de Medicina de Lisboa. Lisboa era pequena e asfixiante para ela. Em 1928 foi estudar pintura para Paris, onde conheceu o pintor húngaro Arpad Szenes, com quem casou em 1930. A partir de 1947 é finalmente reconhecida e expõe em todo o mundo. Realizou inúmeras viagens à América Latina para participar de exposições, como em 1946 no Instituto de Arquitetos do Brasil. Vieira da Silva procurava outras formas de estar e de ver, outros espaços, outros ritmos."


Alfaro, Catarina. Amadeo de Souza Cardoso. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 10). - ISBN 978-989-554-692-3

"Foi um pintor português, precursor da arte moderna, prosseguindo o caminho traçado pelos artistas de vanguarda da sua época. Embora tendo tido uma vida curta, a sua obra tornou-se imortal. As suas primeiras experiências artísticas conhecidas foram desenhos e caricaturas. Depois, dedicou-se à pintura. Poder-se-á dizer que foi um pintor impressionista, expressionista, cubista, futurista, mas sempre recusou qualquer rótulo. Apesar das múltiplas influências, procurava a originalidade e a criatividade na sua obra. Em Paris frequentou ateliers preparatórios para a Academia das Beaux-Arts e a Academia Viti mas, apesar disso, não chegou a ser admitido, expôs trabalhos no Salon des Indépendants, aproximando-se progressivamente das vanguardas e de artistas como Amedeo Modigliani, Constantin Brancusi, Alexander Archipenko, Juan Gris e Robert Delaunay. O cubismo em expansão por toda a Europa foi uma influência marcante no seu cubismo analítico. Amadeo de Souza-Cardoso explora o expressionismo e, nos seus últimos trabalhos, experimenta novas formas e técnicas, como as colagens e outras formas de expressão plástica."


Silveira, André. Almada Negreiros. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 11). - ISBN 978-989-554-698-5

"José Almada Negreiros foi um artista multidisciplinar, pintor, escritor, poeta, ensaísta, dramaturgo e romancista português ligado ao grupo modernista, e também um dos principais colaboradores da Revista Orpheu. Foi uma figura incontornável da geração modernista. Com um cérebro desobediente face à cultura vigente, em 1913 realizou a primeira exposição individual e conheceu Fernando Pessoa. Muito novo, manifestou a sua exuberância, e os aspectos multifacetados da sua criatividade levaram-no, como caso único, a todas as formas de intervenção e agitação no meio intelectual e artístico. Dedicou parte da sua vida à investigação da composição em arte, geometria e primeiros sinais nos vários períodos da Humanidade. Foi um exímio narrador de histórias através da pintura."


Saraiva, Tânia. António Dacosta. - Matosinhos: Quidnovi; cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 12). - ISBN 978-989-554-699-2

"António Dacosta foi um poeta e pintor português que trocou a Ilha terceira por Lisboa, onde fez os seus estudos na Escola Superior de Belas-artes. A sua pintura inicial caracteriza-se pela representação de espaços solitários inspirados pelos primeiros anos passados nas ilhas, sendo as recordações de infância e de uma adolescência constante em sua obra. A Guerra Civil de Espanha irá marcar fortemente as pinturas da década de 40, em que surgem temáticas do horror, com monstros e figuras mutiladas, numa clara alusão aos massacres da guerra. Em 1947 fixa-se em Paris e sua obra evolui para uma pintura de concepção abstrata conjugada com uma figuração por vezes de raiz mitológica. Introduz, juntamente com Antônio Pedro, a corrente surrealista em Portugal. Foi um dos principais nomes da pintura surrealista em Portugal. Abandonou a pintura em 1949, dedicando-se em seguida à literatura (crítica de Arte), tendo sido cronista do "O Estado de São Paulo" e colaborado em diversos jornais e revistas como "Variante", "Acção" e "Diário Popular". Um dos motivos que o fez abandonar a pintura foi a perda de grande parte das suas obras que arderam num incêndio, mas em 1975, retomou a pintura."


Afonso, Lígia. Mário Eloy. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 13). - ISBN 978-989-554-701-2

"Desde as primeiras obras que revela um entendimento profundamente moderno da pintura. Inconstante e insatisfeito, estudou primeiro em Lisboa, prosseguiu os seus estudos em Paris e aperfeiçoou a sua arte em Berlim, onde fixou residência e encontrou inúmeros admiradores de seu trabalho. O regresso indesejado a Portugal dá seguimento a um contínuo processo pessoal penoso, em que traços de perturbação mental não são já racionalizáveis pela actividade artística, degrada-o e afasta-o do convívio social onde sempre foi admirado. Os notáveis desenhos que realiza nos finais da década de 30, princípios da de 40 revelam uma irracionalidade cuja radicalidade ultrapassa os pressupostos teóricos do Surrealismo."


Ferreira, Emília. Paula Rego. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 14). - ISBN 978-989-554-699-2

"Entre 1952 e 1956 viveu em Londres, onde estudou na Slade School of Fine Art. Entre 1957 e 1963 viveu em Portugal, passando a deslocar-se regularmente a Londres até 1976, ano em que se fixou definitivamente na capital britânica, cidade onde reside até hoje. Numa primeira fase, o seu trabalho caracterizou-se pela pintura semi-abstracta, com recurso frequente à colagem de elementos das suas próprias obras, muitas vezes associada a temas que remetem para o mundo da infância e dos contos populares. Daí que as suas influências incluam nomes tão diversos quanto Picasso, Dubuffet, Walt Disney, Gilray e revistas de ilustração do início do século XX. Em finais dos anos 70 passou a desenhar directamente em acrílico ou em papel, continuando a produzir imagens figurativas com uma forte componente narrativa. A personificação de animais acentua o carácter satírico de algumas das suas obras, que, nesta época, são também marcadas pela liberdade na aplicação da cor. Em meados dos anos 80, a pintora adoptou uma linguagem mais próxima do naturalismo, representando alguns dramas humanos, sobretudo ligados ao universo feminino, de uma forma forte e profundamente marcante. Paula Rego é indiscutivelmente uma das mais prestigiadas artistas plásticas do nosso país, encontrando-se representada em inúmeras galerias e museus de todo o mundo. As suas obras têm vindo a valorizar-se sucessivamente no mercado da arte contemporânea."


Monteiro, Joana d'Oliva. Júlio Pomar. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 15). - ISBN 978-989-554-694-7

"Frequentou a Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa de Lisboa e do Porto. Realizou exposições principalmente em Lisboa e em Paris, tendo feito a sua primeira exposição individual com os Independentes, em 1947 na cidade do Porto. Começou por ser influenciada pela obra de grandes muralistas mexicanos, mas não tardou a absorver culturas distintas. Da pintura à escultura, passando pelas ilustrações, Júlio Pomar foi consagrado há muito como um dos nomes maiores da arte europeia. Foi o principal cultor do Neo-Realismo na pintura portuguesa, de 1945 a 1957, seguindo por outros caminhos, em épocas posteriores. A sua pintura é transversal a todos os principais movimentos surgidos nos últimos sessenta anos."


Oliveira, Leonor de. Nikias Skapinakis. - Matosinhos: Quidnovi, cop. 2010. - 95 p. - (Pintores Portugueses; 16). - ISBN 978-989-554-690-9

"Frequentou a faculdade de arquitectura, mas acabou por se dedicar à pintura a óleo, litografia, serigrafia e ilustração de livros, de forma essencialmente autodidacta. Em 1963 obteve a Bolsa Malhoa da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Em 1976-1977 foi-lhe concedido um subsídio para investigação pela Fundação Calouste Gulbenkian. Skapinakis pintou um dos painéis do Café "A Brasileira" do Chiado. Várias retrospectivas foram já feitas do conjunto da sua obra, incluindo os principais museus de arte contemporânea de Portugal. Em 2005 foi premiado com o Grande Prémio Amadeo de Souza Cardoso. Defendeu uma opção figurativa ao longo da sua obra inicial, que abandonou nos anos 80. Nessa primeira fase destacam-se as paisagens urbanas e as naturezas-mortas. Numa segunda fase é mais influenciado pela arte pop, ao mesmo tempo que retoma temas da mitologia ocidental."

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