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Feedback e resolução de problemas de matemática: uma experiência com alunos do 4º ano

Relatório de Estágio do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico


Ornelas, A. G. (2018). Feedback e resolução de problemas de matemática: uma experiência com alunos do 4º ano. Dissertação de mestrado, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal.

Relatório da componente de investigação do Relatório de Estágio do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, apresentado na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, sob a orientação da Professora Joana Brocardo.

Este relatório de investigação incide sobre uma intervenção pedagógica desenvolvida no ano letivo 2017/2018 no âmbito da unidade curricular: Estágio IV. A investigação tem como principal objetivo estudar o modo como os alunos usam e elaboram feedbacks focados na resolução de problemas matemáticos para corrigir e melhorar as suas resoluções ou as de outros. Mais concretamente, formulei três questões: 1) Que características têm os feedbacks que as crianças propõem para melhorar a resolução de um problema? 2) Como evolui o feedback proposto pelas crianças? 3) O que pode influenciar as crianças a tirar ou não partido do feedback que receberam? A investigação centra-se nas potencialidades da avaliação formativa, mais concretamente no feedback, para desenvolver a capacidade de resolução de problemas matemáticos nos alunos. Assume-se que os alunos podem para além de interpretar feedbacks, construí-los para apoiar outros. Este estudo adota uma abordagem qualitativa e consiste numa investigação sobre a prática. Os participantes do estudo são 19 alunos do 4.º ano de uma escola da periferia de Setúbal a que foram propostos problemas matemáticos e respetivas resoluções (corretas ou incorretas). Os alunos analisaram resoluções de problemas matemáticos com o objetivo de construir feedbacks que ajudassem outros a melhorar/corrigir as resoluções e interpretaram feedbacks para melhorar/corrigir as suas próprias resoluções. Os dados foram recolhidos a partir da observação participante e de documentos. Os resultados obtidos evidenciam que os alunos recorrem a diferentes tipos de feedback. Estes, por um lado, caraterizam-se por serem vagos, sucintos ou incorretos e, por outro, por integrarem sugestões, pistas e indicações. A partir deste estudo pude verificar uma evolução na turma, uma vez que alguns alunos transitaram de um feedback incorreto ou avaliativo para um feedback descritivo ou pessoal e outros transitaram de um feedback centrado na resposta para um feedback centrado na tarefa ou no processo da tarefa, a fim de permitir uma melhoria da resolução analisada. Por fim, constatei que para que um feedback seja bem-sucedido deve ser correto/coerente, explícito/claro e centrado ou no processo da tarefa ou na tarefa.

Texto integral no RCIPS - http://hdl.handle.net/10400.26/25527



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